Para a Academia Brasileira de Letras, “a opção de ceder ou não seus direitos de criador deve continuar sendo prerrogativa do autor, detentor exclusivo de suas obras intelectuais”. O Comitê Nacional de Cultura e Direitos Autorais (CNCDA), que congrega entidades de áreas como música, teatro, cinema e literatura, considera “irresponsável e mentirosa” a proposta do MinC.
– A lei atual eu ajudei a escrever. Há pontos a serem aperfeiçoados. Mas não se faz lei de bate-pronto. Tem que ser muito bem pensado – diz Roberto Corrêa de Mello, presidente da Associação Brasileira de Música e Artes e do CNCDA, e também advogado e membro da diretoria da Associação.
FONTE:ZH
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