quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Centro Cultural é priorizado na Região Sul

Foto: Ocimar Pereira/PMPA
Maria Ângela Pellin. apresentou projeto do Centro Cultural do bairro Tristeza
Maria Ângela Pellin. apresentou projeto do Centro Cultural do bairro Tristeza
O Encontro Moderado de Governança da Região Sul do Orçamento Participativo, realizado no Centro de Tradições Gaúchas Descendência Farrapa, na avenida Cavalhada, 6735, na noite de segunda feira, 14, aconteceu de forma diferenciada, conforme relato da técnica do ObservaPOA, Regina Bassols.
Os membros comitê chegaram ao consenso de priorização de um projeto regional, apresentado pela presidente do Centro Comunitário da Tristeza, Vila Conceição e Pedra Redonda, Maria Ângela Pellin, que chegou com um CD, onde constava a apresentação de um filme sobre o antigo Fórum Regional de Justiça da Tristeza localizado, na avenida Padre Landel de Moura, 430. O prédio do antigo Fórum, também foi fábrica de objetos de decoração, e hoje conta com um projeto arquitetônico para o funcionamento do Centro Cultural. A apresentação proporcionou aos participantes um passeio pela história da Tristeza e uma nova perspectiva para a região sul e para a cidade.
A presidente Maria Ângela Pellin se manifestou em nome de um grande conselho comunitário composto por clubes de mães, associações, instituições culturais, escolas, paróquias e do Centro de Desenvolvimento da Tristeza. O engajamento no projeto contou com a participação direta de seis bairros (Tristeza, Pedra Redonda, Vila Conceição e Via Assunção) e de Ipanema e Jardim Isabel que também aderiram à causa, mas com seus respectivos representantes.
Ao final, todos os integrantes dos comitês dos bairros aprovaram o projeto; além de várias associações, outras quatro mostraram interesse em ser proponentes do projeto. Outra adesão importante foi da ONG Centro de Inteligência Urbana, representada por Tânia Pires, que demonstrou seu apoio à proposição e vontade de engajar-se ao projeto.
Entre as demandas para serem resolvidas, exposta por Ângela Pellin, está o fato de o prédio do antigo Fórum da Tristeza ser patrimônio do Estado. Entretanto, ficou claro que há interesse da comunidade em preservar e qualificar o espaço, com base no movimento que já tomou corpo nos bairros da Região Sul.

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