Conforme a coordenadora da ESF, Maria de Lourdes Marchesan, a iniciativa surgiu no trabalho em rede, envolvendo os quilombos Areal da Baronesa, Fidelix, Alpes e Silva) e tem como objetivo apresentar os quilombos e aldeias indígenas existentes na cidade, com suas especificidades proporcionando a geração de renda, através da venda de produção artesanal. “Estes territórios são espaços de diversidade, o que os torna relevantes, do ponto de vista da sustentabilidade e, portanto, da educação ambiental. Desta forma, a Mostra permite uma maior aproximação entre o poder público e a cidade, concreta e diversa, o que abre a possibilidade de iniciativas públicas efetivas contribuindo para o bem estar destes contingentes da população”, declara.
A mostra foi organizada em uma parceria com os Centros de Referência em Assistência Social Ampliado Glória, Centro e Leste e da Educação Ambiental da Fasc, do Programa Ação Rua (Fasc/Aicas) Associação Inter-Comunitária de Atendimento Social), da Estratégia Saúde da Família Modelo da SMS, do Programa Primeira Infância Melhor (PIM) do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, da Secretaria Municipal de Educação, do Departamento Municipal de Habitação (Demhab).
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