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Gestão 2009 /2014 combina com Gestão 2017/2019 a entrega do Blog e logo do CMC Porto Alegre

Dia 02/07/2019, às 19:30 h em reunião do CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DE PORTO ALEGRE realizada na Casa dos Conselhos, sito Av. João P...

26 de agosto de 2013

Selecionados - Poemas no Ônibus e no Trem 2013


 
Conheçam os escritores que levarão suas poesias para passear nos coletivos de Porto Alegre em 2014 e participarão da coletânea do Poemas no Ônibus e no Trem 2013, com lançamento na Feira do Livro de Porto Alegre:

Alcir Alexandre Cavion - IPIRANGA-PUC
Ana Paula Beise - PAR
André Martins - DATILORGIA
Antônio Sérgio de Sena Vaz - CAMAS NO INVERNO
Augusto Darde - O PRAZER DO LIVRO
Benette da Motta Bacellar - T7
Bernardo Dallegrave Kreutz - AQUI
Camila Maccari - MEU VÔ
Christian David - POEMA DE NÃO AMOR 17
Cláudio Luís Wolf - TORCIDA
Demétrio de Azeredo Soster - ALMA LEVE
Diego Paim de Vargas - REDONDILHA DE DOIS
Edike Rogério Alves Carneiro - UM CONTO DE SARDA
Elias Noé Gabbardo - ENSAIO SIMBOLISTA
Flavio Machado - SÍNDROME DO POENTE
Flávio Roberto Stefani - PONTE
Gabriela Marcondes - DOBRADURA
Geni Oliveira - CONTRADIÇÃO
Geraldo Trombin - ENTRESSAFRA
Guilherme Daroit - CRÔNICA DO FIM DE UM RELACIONAMENTO JUVENIL
Haroldo Augusto da Silva Teixeira Duarte - ERA UMA VEZ
Jáime Jandir da Porciúncula Peixoto - POETA PASSAGEIRO
Jeane Bordignon de Jesus - TEXTURA
Jeferson Pasquali - DESMATAMENTO
José Nedel - ÚLTIMA FLORESTA
Josué Orsolin - SEM TRILHO
Julianna Godinho Dale Coutinho - DAS COISAS ESQUECIDAS PELA CASA
Kátia Cornelius - EUDAIMONIA
Lucas Kenji Moori - DESGASTE
Maira Knop Fagundes - PAROPRIEDADE DOS CORPOS
Marcelo A. Vieira - NOITE
Marcia Alves Carneiro - AFINAÇÃO
Marcos Hidemi de Lima - ENTRE QUATRO PAREDES
Maria Bernardete Sadelles Ferreira - O CANSAÇO
Mirena Boklis - DESTINO
Paulo Renato Farias Borges - INSATISFEITO
Paulo Ricardo Becker - BARBEARIA
Paulo Sergio Goulart - PALAVRAS
Pedro Paulo Antunes de Oliveira - LOTADAÇO
Reginaldo Costa de Albuquerque - COLHEITA
Ricardo Fontana Alves - CADA VEZ MENOS
Rodrigo Soares Carneiro - LINHA 436
Rogerio Luz - TATUAGEM
Rosa Queli Oliveira Cambraia Soares - ESCONDE-ESCONDE
Sandra Mariza de Almeida Silva - TRANSLADO
Thaís de Lima Cabral - ABERTURAS
Tiago Dias da Silva - JOGADA
Valdeci Ambrosio da Costa - A PALAVRA


Selecionados: EM BREVE, entraremos em contato com todos!

25 de agosto de 2013

Final do Festival de Música da Juventude será neste domingo

Foto: Divulgação/PMPA
Bar Opinião, na Cidade Baixa, será o palco da final no dia 25 de agosto
Bar Opinião, na Cidade Baixa, será o palco da final no dia 25 de agosto
A composição vencedora do 3º Festival de Música da Juventude de Porto Alegre será conhecida no próximo domingo, 25. As doze músicas classificadas para a grande final serão apresentadas ao público e jurados, a partir das 18h, no palco do Bar Opinião (rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa). A noite também contará com o show principal da banda Chimarruts. O rock da Digobah, banda formada pelos vencedores do festival do ano passado, fará a abertura do evento. Para animar ainda mais a festa, o festival terá a participação especial da Banda Saldanha.  A entrada é gratuita.

Promovido pela Secretaria Municipal da Juventude em parceria com as secretarias de Educação, Cultura e Comunicação Social, o 3º Festival de Música da Juventude de Porto Alegre é um evento gratuito e aberto ao público. Tem o objetivo de promover e incentivar a produção musical, revelar talentos, valorizar os artistas, compositores, arranjadores e intérpretes jovens da Capital.

Segundo o secretário municipal da Juventude Luizinho Martins, o festival é uma grande oportunidade para os jovens compositores e músicos de Porto Alegre mostrarem seus trabalhos no palco consagrado do Opinião e também um teste de aceitação. “Além da comissão de jurados, as composições também serão avaliadas pelo público presente, que será responsável pelo prêmio de música mais popular”, lembra.
Premiação - As músicas vencedoras do 3º Festival de Música da Juventude de Porto Alegre receberão prêmio em dinheiro, distribuído da seguinte forma:
1º Lugar – R$ 6.000,00 + Troféu
2º Lugar – R$ 4.000,00 + Troféu
3º Lugar – R$ 3.000,00 + Troféu
Melhor Grupo: R$ 1.000,00 + Troféu
Melhor Intérprete: R$ 1.000,00 + Troféu
Melhor Instrumentista: R$ 1.000,00 + Troféu
Música mais Popular: R$ 1.000,00 + Troféu
Festival de Música da Juventude – As duas primeiras edições do evento contaram com um público de cerca de 5 mil pessoas e mais de 250 músicas inscritas. Na primeira edição, realizada em 2011, com o tema “Porto Alegre”, a composição “Cada vez mais”, com letra de Cassio e Caio Martinez e melodia de Cristian e Adriano Sperandir foi a vencedora. Já na segunda edição, realizada no ano passado, o tema foi “Caminhos da Juventude” e os compositores vencedores foram Renan França e Cristian Schnidger, com a música “O mundo que a gente fez”.

Confira as doze músicas que concorrerão à grande final do 3º Festival de Música da Juventude, que tem como tema “Vida”. Elas foram selecionadas entre 197 composições inscritas.
1 - Composição: A vida é pra se viver.
Autores: Wagner Maidana da Silva e Marcus Vinícius Ferroni Pereira.
2 - Composição: A vida são os meus sonhos.
Autores: Flávia Silva de Oliveira e Éder Silva de Oliveira.
3 - Composição: Àvida vida.
Autores: Caio Martinez e Djamen Farias.
4 - Composição: É preciso acreditar.
Autor: Rafael da Fonseca Vargas.
5 - Composição: Histórias pra contar.
Autores: Luciano da Fonseca Vargas e Rafael da Fonseca Vargas.
6 - Composição: Milonga.
Autores: Ivan Almeida e Lucas Moura.
7 - Composição: Missão de vida.
Autores: Vitor Hugo Silveira Gomes e Rafael Silveira Gomes.
8 - Composição: Pedaladas da vida.
Autores: Fábio Luís Alves Pedroso (Seguidor.F) e Valter Rosa da Silva Júnior (JR Sete).
9 - Composição: Renascer.
Autores: Caio Martinez e Cristian Sperandir.
10 - Composição: Rincão Gaia.
Autores: Thiago Suman, Guilherme Suman e Kako Xavier.
11 - Composição: Sobre vivências.
Autores: Thiago Suman, Guilherme Suman e Diogo Matos.
12 - Composição: Tempo ao tempo.
Autor: Kael Pretto.


/juventude
Texto de: Fernanda Hespanhol
Edição de: Gilmar Martins
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

24 de agosto de 2013

A Rouanet à luz do Procultura


Via Cultura e Mercado:
O Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) do Ministério da Cultura, Henilton Menezes, fechou o II Seminário #Procultura com a palestra "Lei Rouanet X Procultura | O aperfeiçoamento da lei Rouanet à luz do Procultura".
Divulgação
Menezes fez uma análise da Lei Rouanet e levantou os principais avanços e melhorias atuais, mas também apontou as dificuldades que a lei, em funcionamento há mais de 20 anos, ainda apresenta.
O secretário afirmou que não crê na aprovação do Procultura ainda este ano e que, mesmo quando o projeto entrar em vigor, ainda haverá um período com os dois sistemas funcionando paralelamente. Por este motivo, é necessário continuar buscando melhorias na aplicação da Rouanet.
Menezes destacou que o trabalho das CNICs é hoje nacional e itinerante. "Antes a comissão só tinha representantes do Rio de Janeiro e de São Paulo e agora há a possibilidade de diálogo com o setor cultural de diferentes regiões".
Ele explicou que o orçamento da Lei Rouanet é anual e finito: "Vocês captam primeiro e a Secretaria checa depois. Por isso às vezes o dinheiro acaba", disse. Além disso, o secretário explicou que tem como meta manter a quantidade de projetos aprovados perto do valor disponível para a captação, porque isso faz com que o orçamento seja maior no ano seguinte.
Menezes comentou também sobre o alto custo que as avaliações dos projetos geram. "A quantidade de projetos é enorme. Existiam proponentes que enviavam mais de 40 e que ainda pediam revisão de cada um. E ainda existe, mas nós melhoramos o processo de filtragem das propostas". De acordo com ele, a média de 120 dias de análise de projetos caiu para 37.
O secretário anunciou também outra novidade da lei: "Nós aprovamos na Controladoria Geral da União (CGU) uma nova metodologia de prestações de contas simplificadas. Foi muito difícil explicar para eles que fazer uma peça de teatro é diferente de construir uma ponte", desabafou o secretário.
Como melhoria na desconcentração dos incentivos, o secretário falou do Programa Amazônia Cultural, voltado especificamente para a região norte. De acordo com ele, espera-se cerca de quatro mil inscrições.
Menezes mostrou que apenas 18 empresas em todo o país são responsáveis por investir 34% do valor total disponível. "Nós pretendemos estabelecer limites para a quantidade de captação. Se for pessoa física, serão dois projetos e, se for jurídica, serão cinco no máximo. Essa medida induz melhor a distribuição dos recursos", completou.
O secretário ressaltou ainda outros itens que estão no plano de melhoria da gestão, como a capacitação de agentes culturais, encontros com empresários e contadores, os editais regionais, o fechamento do sistema SalicWeb para manutenção em dezembro e janeiro e o estabelecimento de cotas estaduais e municipais de distribuição do Fundo Nacional de Cultura.
Confira abaixo a apresentação de Henilton Menezes, que destacou dados públicos e atuais sobre a utilização dos mecanismos da Lei Rouanet:

23 de agosto de 2013

Em favor do direito autoral

Cultura e Mercado:

As mudanças sugeridas pelas novas regras para a gestão de direitos autorais de músicas no Brasil, publicadas na última semana no Diário Oficial da União, causaram uma divisão na classe artística. De um lado artistas, compositores, intérpretes que veem nas alterações uma ferramenta para garantir a transparência nos trâmites que envolvem a arrecadação e distribuição do direito autoral, do outro aqueles que entendem a lei como uma tentativa do governo de intervir em um órgão privado, sendo que a fiscalização do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) já é feita pelos próprios artistas por meio das associações.
Foto Steve Snodgrass vinil músicaPresente no I Fórum Nacional de Direito Autoral, realizado em 2007, o Grupo de Ação Parlamentar Pró Música (GAP) pleiteia as mudanças há 10 anos. “[Gilberto] Gil, quando ministro, criou as Câmaras Setoriais e o assunto começou a ser debatido ali”, afirma a cantora Fernanda Abreu sobre o início do grupo, do qual também fazem parte artistas como Frejat, Ivan Lins, Leoni e Tim Rescala. ”Não houve convites formais. A partir dos encontros entre músicos, compositores e artistas em torno da pauta da música, decidimos fundar o NIM (Núcleo Independente de Músicos) que mais tarde se transformou no GAP”, explica.
A aprovação do PLS 129 foi comemorada pelo grupo, que esteve presente nas reuniões deliberativas que culminaram na aprovação do projeto. A participação da classe artística foi importante para que as novas regras fossem aprovadas. Os artistas presentes na votação do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado no dia 3 de julho pressionaram para que o texto seguisse direto para o Plenário, que votou e aprovou o PLS 129. Na ocasião, o grupo presente também se reuniu com a presidente Dilma Rousseff, que demonstrou intenção em sancionar o projeto.
Além do GAP, esteve presente também o recém-constituído Procure Saber, encabeçado pela empresária e produtora Paula Lavigne e que reúne grandes nomes da música nacional como Caetano Veloso e Roberto Carlos, ambos participantes da reunião no Congresso. “Há um sentimento generalizado de que as coisas aqui precisam melhorar, de que existem muitas injustiças a serem corrigidas e isso é o que está unindo a classe: a necessidade de informação”, afirmou Paula Lavigne em artigo no mês passado.
O Procure Saber, como o nome indica, nasceu sob a bandeira da transparência na gestão de direitos autorais no Brasil. Segundo alguns compositores que discordam da criação de um órgão ligado ao governo para fiscalizar o Ecad (entre outros pontos que a lei altera), o grupo defendeu apenas os interesses de uma parcela restrita de artistas – aqueles que já têm a carreira consagrada.
Em artigo, o compositor Fernando Brant fez duras críticas à atuação do Procure Saber em relação ao interesse dos titulares de canções em geral. “[...] Os artistas que estavam no Senado participando do golpe, representantes deles mesmos e dos interesses dos seus empresários afrontaram os brasileiros que estão nas ruas, em movimento constante, ao abraçarem e enlaçarem personagens que a praça pública está condenando. Ficaram devendo a discussão prévia prometida e que não houve”, escreveu.
Informação – Para o cantor e compositor Alexandre Peixe, que figura entre os principais arrecadadores de direito autoral do país, a atuação do Ecad segue padrão internacional. “O melhor modelo é o modelo que funciona! Ele pode ser até público – como está propondo o projeto de lei –, mas ele precisa funcionar, então temos que ter muita atenção, ficar ligados mesmo, porque essa estrutura de supervisão passa a ser estatal, não pode trazer consigo um viés político, porque aí vai vir cargo de comissão, vai gerar burocracia e vai acabar engessando ainda mais a arrecadação do Ecad”, ressalta ele.
“Em minha opinião, o ponto principal do projeto não traz nenhuma linha a respeito da inadimplência das TVs e das rádios. Já que estamos diante de um momento único, onde está se buscando um órgão que vai fiscalizar o Ecad, porque não também trazer uma sanção para os mal pagadores? E como as rádios e TVs são concessões públicas, acho que seria justo! A renovação destes contratos tinham que vir junto com a quitação destas dívidas”, acredita o cantor.
A informação é o preceito básico para discutir as novas regras, segundo Paula Lavigne. ”[...]Nenhum artista deveria se manter alheio a um sistema que, afinal de contas, é bancado por eles, do início ao fim. São eles que criam e são eles que pagam a conta”, afirma ela no artigo.
Gestão – Foi buscando entendimento sobre os direitos autorais que o compositor Daniel Figueiredo criou a Up-Rights, que administra direitos autorais de titulares de canções. A empresa nasceu após uma estudo de Figueiredo sobre a cadeia de arrecadação dos direitos. “Nessa pesquisa descobri que é necessário fazer um acompanhamento apurado e constante de todo o processo, para poder corrigir todas as informações imprecisas e outros vários problemas que interferem diretamente no valor a ser recebido pelo artista. Através desse trabalho tive como resultado um aumento de quase 1.000% na minha arrecadação”, afirma.
Para realizar o trabalho, sua equipe analisa minuciosamente todo o catálogo do artista, em todas as fontes de renda de seus direitos autorais. Atualmente, o serviço possui mais de 30 clientes, entre eles Beth Carvalho, Luiz Melodia e Roupa Nova. “Buscamos também sempre conscientizar os artistas, do quanto é importante que entendam cada vez mais sobre esse assunto”, diz Figueiredo.
“Acredito que toda fiscalização é sempre bem vinda e muito importante para qualquer órgão ou empresa que busca manter a transparência e a qualidade dos serviços prestados. [...]É importante levar em consideração que alguns canais de TV e rádio do Brasil são propriedade de políticos, além disso, mais da metade das rádios e boa parte dos canais de TV (aberta e cabo) estão inadimplentes com o ECAD. Por isso, é tão essencial o envolvimento da classe artística para avaliar e acompanhar de perto estes projetos”, declarou em entrevista a este Cultura e Mercado em junho deste ano, quando a nova lei ainda não tinha sido aprovada.
Sobre o ponto mais polêmico da nova lei, o GAP sugere a criação do Instituto Brasileiro de Direito Autoral (IBDA). “Na maioria absoluta dos países de todo o mundo existe um órgão com essas funções”, comenta Fernanda Abreu. “O IBDA seria um aperfeiçoamento do CNDA [órgão criado junto ao Ecad para regular a entidade, que foi extinto no início da década de 90].”
A artista também defende a formação de profissionais especializados em direito autoral, “já que essa não é uma cadeira obrigatória na Faculdade de Direito”.”Temos que estar sempre atualizados e sintonizados com o que mundo está pensando e propondo, por exemplo, em relação ao Direito Autoral nas mídias digitais. A composição do IBDA deve antes de mais nada proteger e valorizar o trabalho do autor”, afirma.
Com as mudanças na gestão aprovada, o GAP agora deve se concentrar no avanço de outro projeto, o da PEC da Música, que prevê a redução do imposto para venda de discos, DVDs e faixas digitais de música feitos no Brasil para zero. O projeto já tramita há seis anos no Congresso.

Inscrições abertas para oficina de palhaço gratuita


A Casa de Cultura Mario Quintana realiza as inscrições, de 25 de agosto a 11 de setembro, para o Oficina de Palhaço, com Ésio Magalhães, que será realizada gratuitamente, de 23 a 25 de setembro, na Sala C2. Interessados devem enviar carta de intenções de currículo, para o email
registro@satedrs.org.br.
A proposta da oficina é entrar no universo do palhaço, através do prazer e do risco do jogo, até chegar ao nariz vermelho, a menor máscara do mundo. O universo do palhaço será abordado com foco na relação Branco- Augusto e no seu encontro com o público. Trata-se de um trabalho prático, no qual, através de exercicios, jogos e demonstrações, o tema será tratado de forma vivencial, propondo aos participantes que entrem em contato com o seu ridiculo através da relação com o desejo e o poder.
Serviço:
Inscrições: de 25 de agosto a 11 de setembro, mediante envio de carta de intenções e currículo resumido, para o email registro@satedrs.org.br.
Data: 23 a 26 de setembro.
Hora: 23, 24 e 25, das 9h às 12h e das 13h às 16h e dia 26 de setembro, das 9h às 11h.
Local: Sala C2 – 2º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Andradas, 736).
Entrada franca.
Contato: Com a atriz Mimma Ponsi, nos fones (51) 3226-1921 e 9767-8150
Texto: Asscom CCMQ
Edição: Asscom Sedac

Novo projeto do Porto Seco é prometido para outubro

Foto: Ederson Nunes
Audiência pública reuniu comunidade e autoridades à noite
Foto: Ederson Nunes
Vereadoras Sofia Cavedon (c) e Séfora Mota (em pé) cobraram agilidade


A prefeitura deverá ter em mãos o projeto remodelado do Complexo Cultural do Porto Seco por volta do dia 1º de outubro deste ano. A informação foi repassada na noite desta quarta-feira (21/8) pelo secretário-adjunto de Assuntos Especiais do município, Glênio Vianna Bohrer, durante audiência pública realizada pela Comissão de Educação, Cultura, Esportes e da Juventude (Cece), da Câmara Municipal de Porto Alegre, na Associação dos Motoristas e Usuários do Porto Seco, no Bairro Sarandi. Participaram do encontro representantes da comunidade, de escolas de samba, de entidades de cultura e do Executivo e as vereadoras Sofia Cavedon (PT) e Séfora Mota (PRB).
Bohrer explicou que o novo projeto é, na verdade, a proposta antiga “enxugada” para cortar custos e agilizar sua execução, mas deverá contemplar a infraestrutura reivindicada pelos moradores e carnavalescos. Segundo ele, a proposta básica anteriormente divulgada pelo governo municipal custaria cerca de R$ 140 milhões, “um investimento pesadíssimo”, a seu ver. “Tivemos de dar um passo atrás, e o custo de cada conjunto foi reduzido”, afirmou.
De acordo com Bohrer, haverá dois tipos de módulos: o primeiro, mais simples, terá  arquibancadas em rampa, devendo custar aproximadamente R$ 20 milhões cada; no segundo, haverá arquibancadas e espaços para salas com ocupação a ser definida pela comunidade. Cada tipo estará disposto de um lado da pista. “A ideia é executar primeiro os módulos mais simples”, informou. “Nosso desejo é de que, em 2015, toda a primeira etapa esteja concluída.” Alertou que, após iniciada, a obra demorará, no mínimo, oito meses, não sendo possível contar com a estrutura para 2014.
O Executivo está buscando verbas para a obra, segundo Boher. “Há recursos no Ministério da Cultura e possibilidade de financiamento”, disse. Como lembrou, com a construção dos módulos de arquibancadas fixos, a prefeitura deixará de gastar R$ 3 milhões por ano com a montagem e desmontagem das estruturas exigidas para o Carnaval. Essa verba, na sua opinião, poderá ser utilizada para pagar uma operação de crédito. “Uma coisa é certa: tendo o projeto executivo nas mãos, buscaremos recursos”, declarou.
Segurança
Em resposta à reivindicação de segurança repetida pela comunidade, o secretário-adjunto municipal de Segurança, João Helbio Carpes Antunes, garantiu que a Guarda Municipal faz patrulhas noturnas no Porto Seco. “A partir da meia-noite, há rondas periódicas”, disse. Ele também anunciou que, atendendo solicitação do Executivo, o Corpo de Bombeiros deverá instalar um posto fixo no local. “Já há espaço destinado”, afirmou.
Em nome da comunidade, Ilsa Anghonese reafirmou o desejo de ver o Complexo Cultural do Porto Seco concluído. Lembrou que as escolas de samba desenvolvem seu trabalho o ano todo e querem promover oficinas formadoras de mão-de-obra. Segundo ela, os espaços para esses cursos são prometidos desde 2004. “O Carnaval gera renda e emprego”, frisou. Ilsa disse que a comunidade quer posto de saúde 24 horas, bombeiros, banco, creche, escola em turno integral, teatro e espaços de lazer e esportes. Ainda exigiu mais segurança, pois, como atestou, o bairro tem sofrido com a violência. “Tudo que nos foi prometido tem que acontecer”, salientou.
Informação concreta
A presidente da Cece, Sofia Cavedon (PT), destacou o fato de o Executivo ter, nesta reunião, trazido alguma informação concreta sobre o futuro do Complexo, mas ressaltou que a Câmara e a comunidade continuarão a cobrar e acompanhar sua concretização. Recordou que vários encontros sobre o assunto foram realizados no Legislativo. Séfora Mota (PRB) pediu mais agilidade no processo de conclusão do Complexo. “Há muito tempo esse assunto é discutido”, disse. Na sua opinião, é preciso que as secretarias também façam “pressão” para que a proposta vire realidade.
Participaram da audiência representantes das secretarias municipais de Turismo e de Cultura, da Secretaria de Justiça do Estado, de escolas de samba, do Sindicato dos Artistas do RS, do Conselho Municipal de
Cultura e de associações de moradores da Zona Norte.

Texto: Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)
Edição: Carlos Scomazzon (reg. prof. 7400)

3º FESTIVAL DE MÚSICA DA JUVENTUDE DE PORTO ALEGRE





Promovido pela Secretaria Municipal da Juventude em parceria com as secretarias de Educação, Cultura e Comunicação Social.
Evento gratuito e aberto ao público.
Tem o objetivo de promover e incentivar a produção musical, revelar talentos, valorizar os artistas, compositores, arranjadores e intérpretes jovens da Capital.
Para mais informações, clique AQUI.

CONVITE - RECEBIMENTO DA CHAMA CRIOULA NA CAPITAL DOS GAÚCHOS!


BUENAS PESSOAL!
Segue abaixo o chasque do Coordenador da Primeira Região Tradicionalista - Marcus Vinícius Falcão Ferreira para a cerimônia cívica, cultural e social, da chegada da CENTELHA DA CHAMA CRIOULA vinda do distrito de Santo Amaro do Sul - cidade General Camara, onde no dia 17.8.13 foi acesa e distribuida para as 30 regiões tradicionalista dos estado e outros pagos além fronteiras.
Vitor Pochmann,
Diretor Social - 1ª RT-MTG-RS
Jornalista 16211 - DRT-RS.


crédito de todas as fotos
VITOR HUGO SILVA POCHMANN

Coordenadoria da 1ª Região Tradicionalista
www.1rtrs.com.br - Movimento Tradicionalista Gaúcho – RS
Porto Alegre, Viamão, Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí, Glorinha, Eldorado do Sul, Guaíba, Barra do Ribeiro, Mariana Pimentel, Sertão Santana.

Prezadas Sras. Patroas, Patrões, tradicionalistas e amigos de todas as querências:

O Coordenador da 1ª Região Tradicionalista – MTG – RS, tem a honra de convidar Vossa Senhoria e família, juntamente com os demais membros de diretoria para participarem das atividades relacionadas aos festejos da SEMANA FARROUPILHA 2013 que ocorrerão na Sede Administrativa da 1ª RT-MTG-RS, no período de 24 de Agosto a 06 de Setembro de 2013.
Inicialmente, a cerimônia de recebimento da centelha farroupilha no município de Porto Alegre será no dia 24/8/2013, às 12h30min no prédio Sede da Primeira Região Tradicionalista, situada na Rua Landel de Moura, 430 – Porto Alegre, onde ficará guarnecida até o dia 07 de Setembro, ocasião em que será transladada para o Parque Mauricio Sirotsky Sobrinnho, data de abertura dos Festejos Farroupilha e acendimento da CHAMA CRIOULA em nossa cidade – Capital Mundial dos Gaúchos.
Igualmente, a 1ª RT-MTG-RG, no período de 24/08 até 06/09/2012, estará realizando a ronda cívico-cultural, com programação variada agregando tradicionalista e a sociedade em geral. Neste período também contamos com a visita de Vossa Senhoria para participar e/ou dirigir algum painel voltado às lidas tradicionalistas gaúchas.
Além da programação postada no site www.1rtrs.com.br – blog eventos, colocamo-nos a disposição para esclarecimentos e/ou agendamento de atividades em nossa Sede no período citado.
Aguardamos a presença de todos, agradecendo antecipadamente!

Fraterno abraço,
Marcus Vinicius Falcão Ferreira,
Coordenador 1ª RT – MTG – RS.

22 de agosto de 2013

Desafios do financiamento à cultura

via Cultura e Mercado

A segunda mesa do II Seminário #Procultura, que aconteceu no último sábado (17/8), em São Paulo, teve como tema “O Desafio da Modernização do Financiamento a Cultura no Brasil” e foi palco de um acontecimento inusitado, que levantou questões analisadas durante todo o evento.
Foto: ian munroe
Os convidados para o debate eram Fabio de Sá Cesnik, advogado do Cesnik, Quintino e Salinas, escritório especializado na área cultural; Leonardo Brant, sócio e diretor-executivo da Magma 360º e editor deste Cultura e Mercado; e Paulo Pélico, vice-presidente da APTI (Associação dos Produtores Teatrais Independentes). A mediação era de Roberto Roberto Souza Leão, diretor administrativo-financeiro do Instituto Tomie Ohtake.
Cesnik abriu a conversa analisando os mecanismos do projeto de lei que institui o Procultura – apresentado pelo seu relator na Câmara, deputado federal Pedro Eugênio (PT-PE), na conferência de abertura do evento – a partir do ponto de vista legal. Ele lembrou que, em 1988, data da última constituinte, ainda não havia no país um mercado cultural desenvolvido. Portanto, havia também pouca maturidade para saber que papeis o Estado e as empresas deveriam ter em relação à cultura. “Acredito que estamos começando a estruturar este mercado agora e é inevitável que ele se consolide”, afirmou.
De acordo com o advogado, setores como a educação e a saúde já estão definidos e distribuídos pelos agentes estatais e, mesmo que não haja restrição, esses setores têm um guia sobre como agir. “Ainda não se sabe qual é exatamente a função de cada um desses agentes estatais em relação às manifestações culturais”, acrescentou.
Cesnik explicou ainda que os incentivos em outras áreas têm suas funções compreendidas pela sociedade. Não há um julgamento moral porque há uma lógica de desenvolvimento econômico (infraestrutura, geração de emprego, de retorno financeiro, etc). Desse ponto de vista, o Cirque du Soleil, por exemplo, seria um bom investimento para o Estado porque gera todos esses benefícios, provoca o advogado.
Por fim, Cesnik afirmou, em concordância com o deputado Pedro Eugênio, que o Procultura está precisando do apoio das diversas áreas culturais. “As pessoas só se preocupam em ver a quem ele beneficia. Temos que pensar no setor cultural como um todo – a curto médio e longo prazo”.
Invasão teatral – Na sequência, Paulo Pélico constatou uma progressão retroativa na captação de recursos no Brasil. “Há 15 anos todo mundo conseguia captar. Os recursos têm saltado, mas não há o mesmo aumento por parte do número de projetos captados”.
Pélico apontou as mudanças na Lei Rouanet como responsáveis por essa disparidade. “A Rouanet é a lei dos puxadinhos. Ela passou por várias mudanças em 20 anos, a maior parte delas fruto de pressão de alguns grupos. Nenhuma entidade ligada ao poder público podia captar recurso, por exemplo, mas entrou uma medida provisória que derrubou essa exclusividade e agora, seja de que natureza for, a entidade pode captar.”
De acordo com ele, a cultura nunca teve grande proeminência nas discussões políticas  e por isso tem dificuldade para disputar verba.  “A maior captadora em teatro no Brasil é a Funarte e isso não faz sentido. Não acho justo que uma entidade que examina minha prestação de contas dispute verba comigo”, acrescentou.
O vice-presidente da APTI afirmou também que a CNIC (Comissão Nacional de Incentivo à Cultura) perdeu seus poderes deliberativos. “É necessário que a nova lei garanta independência e poderes reais à CNIC para que seja possível estabelecer prioridades em relação aos projetos aprovados, em caso de insuficiência dos recursos”, concluiu.
Ao passar a palavra para Leonardo Brant, Pélico e todos os presentes foram surpreendidos com a entrada de cerca de 20 representantes do Movimento Recusa, formado por atores teatrais. Eles ocuparam o teatro do Novotel Jaraguá tocando instrumentos de percussão e distribuindo um texto que reivindicava que a arte e a cultura devem ser tratadas “como direito social e não como mercadoria”. Pediam também a aprovação da PEC 150 – 2% do PIB para a cultura.
A manifestação contou ainda com a apresentação de uma radionovela, representando sua visão sobre as negociações para o financiamento à cultura entre grandes empresas e governo. Pediam mais atenção aos artistas populares e para a arte desenvolvida na periferia.
A apresentação durou cerca de 20 minutos. A organização do evento convidou dois dos representantes a permanecerem no auditório para acompanhar e participar das próximas conversas, mas o convite para o diálogo não foi aceito.
Urgência - Reiniciado o debate, Brant afirmou que o texto do Procultura corresponde a uma urgência do ano de 2002. O projeto, segundo ele, não foi pensado para o Brasil de hoje, que tem internet, crowdfunding e diversas plataformas novas. “Sinto que o Procultura foi construído apenas para cobrir os buracos e as falhas da lei Rouanet”, declarou.
Para Brant, o Estado deve garantir o acesso à cultura, mas o grande desafio é garantir a estrutura que possibilite esse acesso, “e ninguém mais pensa nisso”, provocou. Como o Estado não é produtor de cultura, Brant afirmou que haverá um aquecimento natural no mercado cultural se ele garantir esses espaços para sua realização. “Para mim, a questão é refletir sobre o que o Estado pode fazer para estimular a vida empresarial de pequenos produtores. Existem cerca de 150 mil CNPJs em torno da Lei Rouanet, as nossas indústrias criativas vivem um momento excepcional e somos um dos países que mais crescem no ramo do entretenimento. Agora, como podemos fazer esse crescimento favorecer a diversidade?”, questionou.
Brant ainda levantou questionamentos sobre os critérios de escolha do Estado para financiamento, sobre a falta de um instrumento específico de pesquisa sobre novas linguagens e novos processos criativos e sobre a necessidade de diferenciação dos processos de financiamento em casos de cinema autoral e filmes comerciais, por exemplo.
Para finalizar, problematizou a lógica de projetos que impera na Lei Rouanet. Para o consultor deveríamos pensar nas empresas e organizações culturais e seus planos de longo prazo: “As empresas só funcionam enquanto desenvolvem o projeto e, quando ele acaba, todo mundo vai embora.”
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Municípios reivindicam assento no Conselho de Cultura

O presidente do Conselho dos Dirigentes Municipais de Cultura do RS (Codic/RS), José Carlos Martins, reivindicou a retomada do assento da Famurs no Conselho Estadual de Cultura do RS. Durante o 20º Fórum do Codic/RS, aberto nesta terça-feira (20/8), na sede da Famurs, em Porto Alegre, Martins defendeu a participação dos dirigentes municipais de cultura, afirmando que o órgão não os representa. "Este conselho deveria ser um conselho de políticas culturais, mais é um conselho corporativo, que quando faz política é para os amigos", disparou. O presidente do Codic/RS também argumentou que os pequenos municípios não são contemplados pelos projetos culturais financiados pela Lei de Incentivo a Cultura. "Queremos um conselho do Rio Grande do Sul e não só de Porto Alegre", reclamou.
Os municípios gaúchos estão sem representação no Conselho de Cultura do Rio Grande do Sul desde janeiro de 2011. O 20º Fórum do Codic/RS tem sequência nesta quarta-feira (21), com a realização da 1ª Conferência Livre dos Dirigentes Municipais de Cultura, reunindo secretários e dirigentes municipais de todo o Estado. De acordo com o presidente da Famurs, Valdir Andres, a participação da Federação no Conselho é essencial para o desenvolvimento da cultura nos pequenos municípios.
O atual presidente do Conselho, Neidmar Alves, reconheceu a deficiência e garantiu que será debatida a reformulação do órgão até o final de 2013. "Temos a vontade de construir um processo de interlocução com os dirigentes municipais. Discutiremos com o Codic/RS um modelo de representação das entidades que comporão os assentos do Conselho de Cultura a partir de 2014", prometeu. Alves destacou ainda a meta da sua gestão de ampliar o número de conselhos municipais de cultura.

O Conselho de Cultura do RS é formado por 24 membros: oito deles indicados pelo governo estadual. O secretário de Cultura do RS, Luiz Antônio de Assis Brasil, alegou que a Famurs não tem cadeira cativa no Conselho, mas propôs a inclusão dessa demanda na carta de reivindicações do Fórum. "Esperamos que do Fórum possam sair moções nesse sentido, de incluir na legislação a presença da Famurs no Conselho", sugeriu.
Representante do governo federal, a chefe da Regional Sul do Ministério da Cultura, Margarete Morais, ressaltou a consolidação do Fórum como espaço para debate sobre a cultura e a necessidade dos municípios estabelecerem ações permanentes nessa área. Margarete apoiou a cobrança do Codic/RS pela implementação do Sistema Nacional de Cultura, que viabiliza o repasse fundo-a-fundo de dinheiro para as prefeituras investirem no setor. "É uma cobrança justa", admitiu.

Assessoria de Comunicação Social
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Guimarães

Fortunati recebe assessora de eventos do Ministério da Cultura

Foto: Ivo Gonçalves/PMPA
Fernanda Hummel apresentou projetos em desenvolvimento para o Mundial Fernanda Hummel apresentou projetos em desenvolvimento para o Mundial
O prefeito José Fortunati recebeu nesta quarta-feira, 21, a assessora de eventos especiais do Ministério da Cultura (MinC), Fernanda Hummel. Ela está na cidade para visitar locais onde serão desenvolvidas ações culturais durante a Copa do Mundo de 2014. Acompanhada de uma equipe da representação do Ministério na região sul, Fernanda apresentou ao prefeito e ao secretário municipal da Cultura, Roque Jacoby, alguns projetos que estão sendo desenvolvidos para o Mundial.

“Queremos integrar visitantes com os moradores das cidades sede e a cultura local. Vamos lançar um edital, o Cultura 2014, com 15 categorias, para estimular que as pessoas se mobilizem e apresentem projetos para ocupar espaços culturais e incentivar a artistas locais”, disse a assessora do MinC, que também anunciou a criação do Espaço Cultura, dentro da Fan Fest. “Vamos instalar um estande, com 200 metros quadrados, com uma vitrine para exposição do artesanato regional, um palco para shows, um cinema e uma exposição interativa sobre moda, gastronomia, artesanato, arquitetura e design”, explicou Fernanda.

“São ideias excelentes! A Copa do Mundo é muito mais do que os 31 dias de jogos. Temos que aproveitar essa oportunidade de divulgar a cidade e também de criar um ambiente de integração, com ampla programação artística e cultural para mostrar os nossos talentos para quem vem de fora”, afirmou Fortunati.

Fan Fest - A Prefeitura de Porto Alegre está, junto com a Fifa, analisando os locais cotados para receber a Fifa Fan Fest, evento oficial da Copa do Mundo que ocorre durante todo o período do mundial. Será montada uma arena que funcionará das 10h às 24h, onde será possível assistir às transmissões dos 64 jogos da Copa em telões, e por onde devem passar cerca de 90 atrações.

Segundo informações da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), o local inicialmente escolhido para receber a Fan Fest foi o Largo Glênio Peres. No entanto, por questões de segurança, outros lugares estão sendo estudados.

A organização é feita pela cidade-sede (município/ Estado) em parceria com a Rede Globo e com a Fifa. A festa foi adotada pela entidade em 2006, durante a Copa da Alemanha, depois de constatar o sucesso de eventos públicos de transmissão não oficiais realizados em 2002 durante a Copa na Coreia e Japão.

Edital - Com o secretário municipal da Cultura, Roque Jacoby, o prinicipal tema tratado por Fernanda Hummel foi o edital Cultura2014 que amplia as agendas de atrações culturais das 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Artistas e grupos interessados poderão se inscrever até 23 de setembro pelo sistema SalicWeb, no site do Ministério da Cultura.
 
A partir dos projetos apresentados para este edital, serão selecionados, em âmbito nacional, no mínimo, 21 trabalhos artísticos de espetáculos já montados e executados para o desenvolvimento de atividades de dança em todas as suas modalidades, podendo ser realizados em espaços convencionais, alternativos ou na rua.
 
Em setembro será realizada uma oficina voltada para produtores culturais interessados em apresentar projetos para Porto Alegre.
 
Confira o edital: https://bit.ly/Cultura_2014          
 


/cultura
Texto de: Melina Fernandes e Luciano Medina Martins
Edição de: Gilmar Martins
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

NOVAS CENAS - FESTIVAL DE TEATRO E CIRCO DE PORTO ALEGRE



De 26 de agosto a 1º de setembro

Programação Completa

26/08 (segunda-feira)

- Perfil de Três Reis (Cachoeirinha) – classificação livre
Horário: às 20h
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva

27/08 (terça-feira)

- O Reino dos Mal Humorados e A Princesa e a Lua (Viamão)
Horário: às 10h
Local: Teatro Renascença

- Há Dois (Rio Grande)
Horário: às 15h
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva

- A Última Lua (Porto Alegre)

Horário: às 20h
Local: Teatro Renascença

28/08 (quarta-feira)



- Molecada Maluca (Porto Alegre)
Horário: às 10h
Local: Teatro Renascença


- Os Pecados Capitais (Porto Alegre) – classificação 14 anos
Horário: às 15h
Local: Teatro Renascença

- Medonho/Distinto: Caetano (Porto Alegre)

Horário: às 20h
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva

29/08 (quinta-feira)

- O Gigante Que Devorava Livros (Caxias Do Sul)
Horário: às 15h
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva

- A Filha da Escrava (Montenegro)

Horário: às 20h
Local: Teatro Renascença

30/08 (sexta-feira)
- O Gigante Que Devorava Livros (Caxias Do Sul)
Horário: às 10h
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva

- Madames (Montenegro) - classificação 14 anos
Horário: às 15h
Local: Teatro Renascença

- A Tempestade (Porto Alegre)
Horário: às 20h
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva

31/08 (sábado)
- Palco Aberto

13h30 - início das inscrições [o palco da Sala Álvaro Moreyra estará aberto para que quem quiser apresentar um trabalho de qualquer linguagem artística, com até 20 minutos. As inscrições serão somente no dia. Teremos uma luz geral padrão e para o áudio traga sua música/trilha em pen drive ou CD/DVD].


14h00 às 17h30 - abertura com apresentação de Jeannies (dança do ventre) e Sapato 42 (solo de dança) às 14h15 iniciarão as apresentações dos inscritos no Palco Aberto.


Local: Sala Álvaro Moreyra



- Comunidade Dançante
Cria um espaço de busca da raiz das Danças Urbanas, como o House Dance, Hip Hop Freestyle e Popping.
Horário: às 14h
Local: Saguão do Centro Municipal de Cultura Lupicíno Rodrigues




- O Jardim Das Cerejeiras (São Paulo)
Horário: às 18h
Local: Teatro Renascença









- O Rei da Vela (Canoas)
Horário: às 20h
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva





01/09 setembro (domingo)


- Asas de Um Sonho (Santa Maria) - Circo

Horário: às 18h
Local: Teatro Renascença





- Nós! (em OFF) - espetáculo convidado
Horário: às 20h
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva




Entrada gratuita
Distribuição de senhas 1h antes dos espetáculos

Carnaval passa a existir no Orçamento da União


 
Fotos e informações: Marcelo Antunes, divulgação
Um encontro realizado no último sábado de manhã comemorou, na Capital, uma grande vitória do Carnaval brasileiro: o encaminhamento, pela Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados (CCult), de uma emenda ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLN 02/2013) fazendo referência ao espetáculo popular.

Abre-se pela primeira vez no orçamento da União a possibilidade concreta de uma ação que possa contemplar orçamentariamente a ‘Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval’.

Ferreira foi o autor do requerimento da maior audiência pública promovida este ano pela CCult, sobre a Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval, realizada em junho. Evandro Milhomen (PCdoB/AP) redigiu a emenda sugestiva à Comissão de Cultura e foi o responsável pela ampliação deste debate na Comissão Mista de Orçamento.

— Demos um passo importantíssimo para que finalmente o Carnaval saia da invisibilidade do orçamento federal. Agora é acompanhar atentamente os próximos passos do parlamento para a consagração de nossa iniciativa — comemorou Ferreira.

O presidente da Comissão Mista do Orçamento, senador Edson Lobão Fº (PMDB/MA) pretende aprovar o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias-2014 (PLDO) esta semana, para que ainda na próxima semana esteja em condições de ser aprovado em plenário.


Mas, voltando à reunião na Capital, os dirigentes também debateram outras questões consideradas fundamentais para o segmento, como o acesso das escolas e ligas/associações aos R$ 3,3 milhões do acordo entre Secretaria Estadual da Cultura e MinC para investimentos das agremiações. O acesso aos recursos se dará a partir da apresentação de projetos que contemplem os editais a serem lançados. Cumprindo esta etapa, as escolas poderão investir na compra de materiais e construção de ateliês, por exemplo.

— Sem dúvida que este processo, inédito na história do carnaval gaúcho, também servirá como uma espécie de formação pedagógica e educativa para a comunidade carnavalesca, pois envolve uma série de requisitos e ações que precisam ser cumpridas, questões técnicas que deverão ser atendidas — acredita Sandro Ferraz, coordenador de Culturas Populares na Secretaria de Estado.

— Essa experiência que estamos realizando aqui no RS está sendo observada muito de perto. Dando certo, e tenho certeza que dará, ela servirá de exemplo para todo o país — argumentou Ferreira.

Participaram do encontro representantes das 11 escolas do Grupo Especial de Porto Alegre e da Liga Independente das Escolas de Samba de Porto Alegre.

Videoconferência debate a Cadeia do Carnaval


 

* Por Marcelo Antunes

Como desdobramento dos compromissos definidos pelo “Manifesto do Carnaval ao Povo Brasileiro”, documento que encerrou a audiência pública sobre a Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval, promovida pela Câmara dos Deputados no dia 25 de junho, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) promoveu na tarde de segunda-feira, em Brasília, a primeira videoconferência com representantes de ligas e entidades carnavalescas de cinco estados, com o objetivo de se estabelecer vertentes e parâmetros para a estruturação metodológica de um estudo do governo federal que aponte para o potencial produtivo e inclusivo da Cadeia Produtiva do Carnaval.

O trabalho coordenado pelo Secretário-Executivo do MCTI, Luiz Antônio Elias, reuniu os principais gestores do ministério, como o presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Mariano Laplane, a secretaria adjunta de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis), Sônia da Costa, e Gustavo Adolfo, da Assessoria de Acompanhamento e Avaliação das Ações Finalísticas do ministério.



O envolvimento pessoal de Luiz Antônio Elias na condução dos trabalhos e nos próximos passos a serem produzidos pelo MCTI no estudo da Cadeia Produtiva do Carnaval foi comemorado pelo deputado Paulo Ferreira (PT-RS), autor do requerimento para a realização da audiência pública sobre a Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval, que participou do encontro representando a Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados (CCult/CD).

Sandro Santos foi o representante das ligas carnavalescas do estado do Rio Grande do Sul na videoconferência, realizada em Porto Alegre a partir do auditório do CEITEC e que contou ainda com participações do Rio de Janeiro, São Paulo e Amazonas.

Este mesmo grupo volta a se reunir, pelo mesmo sistema de tecnologia e interação instantânea televisual online, no dia 9 de setembro.

21 de agosto de 2013

CONSELHO PARTICIPOU DE REUNIÃO DA CECE NA ASSOC. PORTO SECO SOBRE COMPLEXO CULTURAL DO PORTO SECO

Estivemos presente, junto com os conselheiros Jorge, Victor Amaro apoiando sempre o Complexo Cultural e lembrando , que estamos atentos junto com a comunidade para que todos os acordos feitos a muitos anos sejam cumpridos.
Guimarães Presidente  Conselho Municipal de Cultura
F: 3026.6777 / 9987.5880


Divulgadas as finalistas do Festival de Música da Juventude

Foto: Divulgação/PMPA
Bar Opinião, na Cidade Baixa, será o palco da final no dia 25 de agosto
Bar Opinião, na Cidade Baixa, será o palco da final no dia 25 de agosto
As doze músicas classificadas para participar da grande final do 3º Festival de Música da Juventude de Porto Alegre foram divulgadas na manhã desta quarta-feira, 21. A fase de triagem do festival contou com 197 composições inscritas, que passaram pela avaliação da banca de jurados.
 
Promovido pela Secretaria Municipal da Juventude em parceria com as secretarias de Educação, Cultura e Comunicação Social, o 3º Festival de Música da Juventude de Porto Alegre é um evento gratuito e aberto ao público. Tem o objetivo de promover e incentivar a produção musical, revelar talentos, valorizar os artistas, compositores, arranjadores e intérpretes jovens da Capital.
 
Segundo o secretário municipal da Juventude Luizinho Martins, o festival é uma grande janela de oportunidade para os jovens compositores e músicos de Porto Alegre. “Queremos que os jovens saiam da plateia e subam ao palco consagrado do Opinião”, afirma.
 
O tema deste festival é “Vida". As composições classificadas serão apresentadas na grande final, domingo, 25, a partir das 18h, no palco do Bar Opinião (rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa). A noite também contará com o show principal da banda Chimarruts. A entrada é gratuita.
 
Conheça as doze músicas classificadas para a grande final do festival (em ordem alfabética):

1 - Composição: A vida é pra se viver.
Autores: Wagner Maidana da Silva e Marcus Vinícius Ferroni Pereira.
2 - Composição: A vida são os meus sonhos.
Autores: Flávia Silva de Oliveira e Éder Silva de Oliveira.
3 - Composição: Àvida vida.
Autores: Caio Martinez e Djamen Farias.
4 - Composição: É preciso acreditar.
Autor: Rafael da Fonseca Vargas.
5 - Composição: Histórias pra contar.
Autores: Luciano da Fonseca Vargas e Rafael da Fonseca Vargas.
6 - Composição: Milonga.
Autores: Ivan Almeida e Lucas Moura.
7 - Composição: Missão de vida.
Autores: Vitor Hugo Silveira Gomes e Rafael Silveira Gomes.
8 - Composição: Pedaladas da vida.
Autores: Fábio Luís Alves Pedroso (Seguidor.F) e Valter Rosa da Silva Júnior (JR Sete).
9 - Composição: Renascer.
Autores: Caio Martinez e Cristian Sperandir.
10 - Composição: Rincão Gaia.
Autores: Thiago Suman, Guilherme Suman e Kako Xavier.
11 - Composição: Sobre vivências.
Autores: Thiago Suman, Guilherme Suman e Diogo Matos.
12 - Composição: Tempo ao tempo.
Autor: Kael Pretto.

20 de agosto de 2013

Procultura depende de mobilização

CULTURA E MERCADO:

No último sábado (17/8), o Novotel Jaraguá, no centro de São Paulo, foi sede do II Seminário #Procultura, iniciativa do Cemec e do Cultura e Mercado, que teve como tema neste ano “Os desafios do financiamento à cultura no Brasil”. O objetivo foi promover um debate com a participação de diversos representantes do setor cultural, do governo, empresas e associações da sociedade civil.
logo procultura
A partir de hoje e durante toda a semana vamos publicar matérias com a cobertura do evento, que reuniu cerca de 130 pessoas.
Quem abriu o debate foi o deputado federal Pedro Eugênio (PT/PE), relator do substitutivo protocolado na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara no último mês de maio. Ele apresentou as novidades do texto que se propõe a substituir a Lei Rouanet e reiterou seus objetivos, além de apresentar os caminhos possíveis até a aprovação do projeto.
O deputado confirmou que o mecenato no Brasil acabou assumindo um caráter mais importante que o FNC (Fundo Nacional de Cultura), sendo que do ponto de vista do desenvolvimento da cultura, o FNC deveria ser a forma de financiamento mais importante, já que permite a realização de manifestações culturais de raiz e locais que não conseguem ter a estrutura adequada para captar recursos e financiar as atividades que querem desenvolver.
Por isso, o fortalecimento do FNC é um dos objetivos do Procultura. O projeto torna-o protegido de contingenciamento, explicou o deputado, transformando o fundo em contábil e financeiro. “Hoje o orçamento do FNC está em R$ 300 milhões, mas o contingenciamento bloqueia os recursos e só temos acesso a R$ 200 milhões”, exemplificou.
O deputado afirmou que em outubro haverá espaço para inserção de emendas financeiras no recurso e que ele pretende implantar uma que aumente ainda mais os recursos do FNC. “A proposta do Procultura dá R$ 600 milhões ao FNC e R$ 3 bilhões ao mecenato. Houve um aumento maior para o mecenato para que, a grosso modo, metade desse dinheiro seja transferido para o FNC”, explicou.
Descentralização - Pedro Eugênio também falou sobre outro objetivo importante do projeto, que é a desconcentração dos recursos da cultura. “Existe hoje uma concentração muito forte dos recursos no eixo Rio-SP.  Todos entendemos que a força e o movimento cultural é realmente mais forte nesse eixo mas, ao mesmo tempo, não podemos deixar a região Norte, por exemplo, sem receber nada”, declarou.
Como o mecenato é, em sua essência, um instrumento que tem que passar pelo Estado, ele é também um instrumento do Estado, mas a escolha do incentivo é privada. Por isso, não pode sofrer determinadas obrigatoriedades que fazem com que o incentivo privado deixe de existir. O Procultura instala a transferência obrigatória de incentivos a outros estados e municípios. “Hoje o MinC já está com a convenção de fazer essa transferência apenas para os estados que tenham Fundo, Plano e Conselho municipais de cultura. Nós estamos propondo que vá no mínimo 15% para os estados e 15% para municípios”, disse o deputado.
Haverá um aumento da renúncia de 4% para 6% ao mecenato para empresas com receita bruta acima de R$ 300 milhões. Desse acréscimo, 80% deverá ser repassado a estados e municípios. Os 20% restantes do acréscimo serão destinados a produtores independentes de pequeno e médio porte.
O projeto ainda conta com um mecanismo especifico voltado à descentralização: um mínimo de 10% do FNC será distribuído para cada região (cerca de R$ 60 mil). E estabelece um piso (limitado a 2%) para cada estado na proporção de sua população.
Sobre a democratização do acesso ao mecenato, o Procultura estabelece que o percentual de financiamento deve ser o mesmo para todas as categorias, com exceção de patrimônio cultural material. E todas as manifestações terão acesso a 100% de financiamento, desde que somem pontos associados ao atendimento de atributos de relevância cultural. Entretanto, estes critérios ainda não foram definidos.
O deputado também falou sobre a ampliação da participação social na gestão do Procultura. O projeto pretende criar as CNICs (Comissões Nacionais de Incentivo à Cultura) Setoriais e manter a paridade dos órgãos gestores CNPC (Conselho Nacional de Política Cultural) e CNICs. Além disso, prevê a integração do Procultura ao Sistema Nacional de Cultura – o que induzirá a formação de milhares de conselhos municipais e estaduais de cultura pelo país.
Para finalizar, Pedro Eugênio declarou que o projeto agora será avaliado quanto à inconstitucionalidade, mas que há possibilidade de aprovação ainda em 2013. “Nós vamos lutar para que ele seja votado e aprovado. Quando o projeto chegar ao Senado, a gente espera que ele esteja redondo no ponto de vista da Fazenda. Se houver mobilização do meio cultural, nós poderemos aprovar o Procultura ainda este ano.”
Confira o PowerPoint apresentado pelo deputado durante o evento: