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Gestão 2009 /2014 combina com Gestão 2017/2019 a entrega do Blog e logo do CMC Porto Alegre

Dia 02/07/2019, às 19:30 h em reunião do CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DE PORTO ALEGRE realizada na Casa dos Conselhos, sito Av. João P...

29 de fevereiro de 2016

Prefeito recebe presidente do MTG

O prefeito José Fortunati recebeu na tarde desta segunda-feira, 29, o presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Nairo Callegaro, e outros integrantes da diretoria da entidade que assumiram a Gestão 2016. Na reunião, no Centro Integrado de Comando de Porto Alegre (CEIC), eles apresentaram a programação do cinquentenário do MTG, que acontece em outubro deste ano.
 
Fortunati e o secretário municipal de Cultura da Capital, Roque Jacoby, garantiram o apoio institucional da Prefeitura de Porto Alegre para os eventos do aniversário de 50 anos da entidade. Entre as propostas feitas pela diretoria, está um prazo maior de cedência do Parque Maurício Sirotsky Sobrinho (Harmonia), depois da realização do Acampamento Farroupilha, para a programação específica do cinquentenário. As propostas serão analisadas e as ações, definidas nas próximas semanas.
 


/executivo /tradicionalismo
Texto de: Melina Fernandes
Edição de: Carolina Seeger
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

OCUPA MARIO- CCMQ abre agendamento para ocupação de seus espaços em 2016



A Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), este ano, irá passar por um processo de restauro e modernização, com início previsto para o segundo semestre, conforme já informado pelo Secretário de Cultura do Estado, Victor Hugo, à imprensa local (Victor Hugo: o desafio da gestão cultural em meio à crise). Desta maneira, a instituição abrirá agendamento para ocupação de seus espaços – teatros, auditórios, salas de ensaio cênico, musical e para oficinas – sem a realização de editais formais, já que com o avanço das obras do restauro irá gradativamente fechar estes locais ao longo do ano.
O atual diretor Émerson Martínez Fortes, ressalta a importância do restauro e modernização da Casa: “Em 2017 poderemos receber com qualidade e modernidade uma grande quantidade de grupos de todas as áreas artísticas, abrindo a porta para mais projetos, diversificando e democratizando cada vez mais a CCMQ. Esta tem sido nossa preocupação e por isso ao longo de 2015 e neste inicio de ano já realizamos diversas melhorias, como por exemplo o conserto do ar-condicionado dos Teatros Bruno Kiefer e Carlos Carvalho, assim como aquisição de equipamentos novos de som e iluminação, dentro outros espaços que receberam melhorias. E com isso buscamos oferecer espaços com qualidade estrutural e técnica”.
O diretor enfatiza, ainda, que para a CCMQ não ficar parada e sem fornecer espaços para a classe artística, a partir desta quinta feira (18\02) irá receber projetos de ocupação, que obedecerão um rodízio dos locais disponíveis para uso, de forma a contemplar um número maior de grupos e coletivos.
Outra meta da CCMQ é poder aumentar o número de oficinas, assim como diversificá-las, visando desta forma contemplar outros conteúdos culturais e atendendo melhor a diversidade de públicos. “Queremos proporcionar através das oficinas o contato do público com as mais diversas linguagens artísticas, fazendo com que a Casa cumpra seu papel de pólo das artes” disse Émerson.
Os interessados deverão solicitar agendamento de espaços diretamente pelo e-mail: ocupaccmq2016@gmail.com , onde poderão obter mais informações e a ficha de inscrição.
Abaixo informações completas sobre a inscrição dos projetos
Para a proposta, o grupo deve considerar as seguintes orientações:
A CCMQ reserva-se o direito de escolher datas e locais que melhor atenderem as demandas internas de programação, assim como também levará em conta o Cronograma de Obras da Reforma Interna programada para 2016.
Será aceito somente a inscrição de 1 (um) projeto por proponente para cada área.
Período máximo de ocupação de 3 (três) meses por proponente para oficinas e ensaios.
Ao final do período utilizado para ensaios artísticos deverá ser oferecida 1 (uma) apresentação gratuita para a comunidade, com agenda a ser definida de comum acordo com a CCMQ.
Para oficina de música não será aceito projeto com instrumento de percussão (bateria, tambor, etc), em função da CCMQ não dispor de ambiente com isolamento acústico apropriado.
O proponente que tiver seu projeto viabilizado, no cômputo geral de presenças, não poderá ter mais que 15% de faltas. Ultrapassando esse limite, perderá o local de ocupação.
Todas as propostas/projetos que forem viabilizados conforme os espaços disponíveis oferecidos assinarão o Termo de Compromisso padrão utilizado pela CCMQ, contendo instruções sobre as relações com a instituição e cujo descumprimento penalizará com o encerramento de qualquer relação entre as partes.
Para os projetos pertinentes, os custos relativos aos Direitos Autorais (ECAD) são de responsabilidade do proponente, bem como as liberações exigidas junto aos demais órgãos, deverão ser feitas diretamente pelo proponente e entregues ao Núcleo de Eventos da CCMQ, conforme rege o Termo de Compromisso.
Esclarecimentos acerca do conteúdo destas orientações poderão ser obtidos através do email: ocupaccmq2016@gmail.com
Em vista de todo o contexto disposto nestas orientações, a CCMQ se reserva o direito de não realizar proposta apresentada, caso avalie incompatibilidade com os movimentos de reforma interna ou quaisquer outros contextos que venham surgir.
ANEXO 1 – Modelo Ficha de Inscrição de Projeto (copie e cole estas informações em um Word, preencha e salve como anexo para o e-mail ocupaccmq2016@gmail.com)
Nome do grupo, coletivo ou pessoa física:
Nome do responsável:
CPF:
RG:
Telefone de contato – fixo:
Telefone de contato – celular:
Email:
Endereço completo:
Área artística/cultural: ( ) teatro ( ) música ( ) dança ( ) circense ( ) artes visuais ( ) audiovisual ( ) fotografia ( ) culturas populares ( ) outros _____________________________________________________
10 . Proposta de Ocupação: ( ) apresentação ( ) ensaio ( ) oficina ( ) outro _______________________________________________________
Release da proposta de ocupação: (pode escrever nesse local ou anexar um arquivo PDF com o release)
Sugestão do local que pretende ocupar:
Sugestão de data(s):
Anexar 3 (três) fotos em alta resolução (até 2 MB), com crédito do fotógrafo.
Para projeto cênico e musical, anexar raider de som e luz em arquivo PDF.
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Texto: Assessoria de Imprensa Casa de Cultura Mario Quintana

27 de fevereiro de 2016

Sedac, Universidade de Caxias do Sul e Banrisul lançam projeto Juntos pela Diversidade



O objetivo é incentivar a preservação da diversidade linguística e cultural junto a crianças e jovens.
Com a presença do governador José Ivo Sartori, na tarde dessa sexta-feira (26), o secretário de Estado da Cultura, Victor Hugo, o reitor da Universidade de Caxias do Sul, professor Evaldo Juiava e o presidente do Bando do Estado do Rio Grande do Sul, Luiz Gonzaga Veras Mota, lançaram o projeto Juntos pela Diversidade. O evento foi realizado no estande do Banrisul, nos pavilhões da Festa da Uva em Caxias do Sul.
Com gestão da Universidade de Caxias do Sul- UCS- e coordenação da Secretaria de Estado da Cultura – Sedac- a execução tem foco nos 49 municípios da Região Funcional 3, que abrange os   Coredes Serra, Hortênsias e Campos de Cima da Serra, com caráter de projeto piloto.
As escolas de ensino fundamental e grupos da comunidade, serão incentivados a participar do programa,  sob a liderança dos Prefeituras Municipais, com iniciativas em música, canto coral, teatro, preservação de memória da comunidade, etc.  Os que aderirem serão inscritos e organizados em rede, para orientação, junção de esforços e promoção da visibilidade. Será importante o envolvimento de maestros, músicos, professores de línguas e teatro.

O governador destacou os reflexos futuros do projeto. “Este é um momento de muita riqueza e construção de futuro. Com uma caminhada bem feita no futuro podemos chamar o resultado desse projeto  de “As línguas que o Rio Grande fala”, concluiu.

Para o secretário Victor Hugo o projeto é um exemplo. “Temos aqui a convergência institucional entre a academia, pela UCS, o econômico com o Banrisul cumprindo o papel social de investir na cultura, e a Sedac reconhecendo essa ação, que faz parte do conceito da nossa gestão, de valorizar o viver plural do Rio Grande do Sul”, afirmou.
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Com o patrocínio do Banrisul os cinco melhores resultados de  2016   receberão R$10 mil cada um. Um regulamento especial, se será divulgado em breve, definirá os detalhes, desde a inscrição até a premiação.
O  Programa foi concebido no âmbito do Comitê Estadual dos 140 anos da imigração italiana e se estende ao conjunto das línguas, nativas e de imigração, em particular o talian, polonês, alemão e o kaingan.
Após o evento Victor Hugo visitou alguns estandes dos pavilhões da Festa da Uva, que tem financiamento por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

24 de fevereiro de 2016

Neste final de semana tem Carnaval na Orla

Foto: Luciano Lanes / PMPA
No sábado, 27, desfilarão dois blocos. No domingo, 28, terá o Skafolia
No sábado, 27, desfilarão dois blocos. No domingo, 28, terá o Skafolia
O Carnaval de Rua de Porto Alegre estará de volta no final de semana, desta vez na orla do Guaíba. No sábado, 27, o primeiro a passar pelas ruas será o Bloco da Trinca e do Ziriguidum, que, a partir das 15h, sairá da pista de stake, no Parque Marinha, e irá até o Beira Rio (Sunset). Já o bloco Filhos do Cumpadi Washington fará o mesmo trajeto, a partir das 18h. No domingo, 28, às 15h, acontecerá o Skafolia, que faz a fusão de marchinhas tradicionais de carnaval com o SKA, ritmo jamaicano da década de 60. A concentração também ocorre na pista de skate e desfile até o Beira Rio (Sunset).

Até agora, o Carnaval de Rua já contou com quatro desfiles, todos na Cidade Baixa. Os desfiles deste fim de semana serão os penúltimos da programação, que se encerra no dia 12 de março, quando os blocos Turucundá e Bloco do Isopor comandarão a festa, que retornará para as ruas da Cidade Baixa.

Veja os trajetos e horários dos blocos


Sábado
Horário: das 15h às 18h


- Bloco da Trinca e do Ziriguidum
- Concentração: Pista de Skate (Parque Marinha)
- Desfile: Pista de Skate e Beira Rio (Sunset)
- Dispersão: Beira Rio (Sunset)

Horário: das 18h às 21h

- Filhos do Cumpadi Washington
- Concentração: Pista de Skate (Parque Marinha)
- Desfile: Pista de Skate e Beira Rio (Sunset)
- Dispersão: Beira Rio (Sunset)

Domingo
Horário: das 15h às 18h


- Skafolia
- Concentração: Pista de Skate (Parque Marinha)
- Desfile: Pista de Skate e Beira Rio (Sunset)
- Dispersão: Beira Rio (Sunset)




/carnaval
Texto de: Rafael Acosta Martins (estagiário) / Supervisão: João Carlos Machado Filho
Edição de: Jandira Davila Feijó
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

22 de fevereiro de 2016

Resultado do Edital de Ocupação dos Teatros Municipais - 1º Semestre de 2016


Já esta disponível através do link http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smc/default.php?p_secao=184 o resultado do Edital de Ocupação dos Teatros Municipais do 1° Semestre de 2016.


Resultado Dança

Profissional

· 880; LEONARDO JORGELEWICZ; HIATO: Sala Álvaro Moreyra, dias 17, 24 e 31 de março, 20h; quintas-feiras (3 apresentações).

· 822; Marco Aurelio Julio Rodrigues; Normótico: Sala Álvaro Moreyra, dias 18, 19 e 20 de março, 20h; sexta, sábado e domingo (3 apresentações).

· 817; Luciana Ibarra dos Santos Sperb; Ver - de (In) tenso: Teatro Renascença, dias 29, 30 de abril e 1 de maio, 20h; sexta, sábado e domingo (3 apresentações).

· 848; Paola de Vasconcelos Silveira; Corpobolados: Sala Álvaro Moreyra, de 6 a 15 de maio, 20h; sexta, sábado e domingo (6 apresentações).

· 833; Lauren Hartz Rosa; Rubro Almodóvar: Teatro Renascença, de 13 a 22 de maio, 20h; sexta, sábado e domingo (6 apresentações).

· 815; Luciana Ibarra dos Santos Sperb; Acuados: Sala Álvaro Moreyra, dias 14, 21 e 28 de junho, 20h; terças-feiras (3 apresentações).

Acesso

· 851; Jackson Willian Silva Brum; Espetaculo / Performance Suspiro: Sala Álvaro Moreyra, dias 29, 30 de abril e 1 de maio, 20h; sexta, sábado e domingo (3 apresentações).

· 800; Fernanda Rispoli Quartieri; Layali Zaman - Uma experiência árabe: Teatro Renascença, dias 28 e 29 de maio, 20h; sábado e domingo (2 apresentações).

· 793; Claudia Corrêa da Silva; Floresta Amazônica & Les Sylphides: Teatro Renascença, dias 10, 11 e 12 de junho, 20h; sexta, sábado e domingo (3 apresentações).

· 798; Luíza Fischer da Cunha; Ìgbà: exercício de contemplação: Teatro Renascença, dia 23 de junho, 20h; quinta-feira (1 apresentação).

18 de fevereiro de 2016

Secretaria da Cultura anuncia edital para Museus e Culturas Populares



A Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) promoveu, na tarde de terça-feira (16), uma reunião com os colegiados setoriais de Museus e Culturas Populares. Durante o encontro, intermediado pelo diretor do Departamento de Cidadania e Diversidade Cultura, Leoveral Golzer Soares, foi anunciado o primeiro edital direcionado para cada um dos segmentos.
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Também participaram o secretário interino da Cultura, André Kryszczun, a diretora de Economia da Cultura, Erica Lewis, e o coordenador do Pró-Cultura RS, Rafael Balle.
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Por determinação do secretário de Estado da Cultura, Victor Hugo, serão disponibilizados R$ 250 mil do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), e caberá às setoriais indicar o objeto do documento. De acordo com Kryszczun, “trata-se de um avanço para o FAC. O Rio Grande do Sul é um dos primeiros estados a criar um edital específico e com valor igual para todos os segmentos da cultura”.
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Os colegiados têm 15 dias para apresentar o objeto dos editais à Secretaria da Cultura para que eles sejam lançados ainda no primeiro semestre deste ano. Para tanto, foram indicados os nomes de Janice Dias Ramos como coordenadora da Setorial de Museus e Ana Ramos Rodrigues e Deise Formolo para Secretaria Executiva. No segmento de Culturas Populares, foram eleitos Clóvis Alberto Oliveira de Souza como coordenador e Rosecler Winter e Vanessa Ribeiro para Secretaria Executiva.

17 de fevereiro de 2016

Carnaval retorna às ruas da Capital neste fim de semana

Foto: Betina Carcuchinski/PMPA
Neste ano, serão no total seis dias de desfiles na Cidade Baixa e dois na orla
Neste ano, serão no total seis dias de desfiles na Cidade Baixa e dois na orla
O Carnaval volta às ruas da Cidade Baixa neste fim de semana, 20 e 21. Os blocos Areal do Futuro e Satélite Prontidão farão a festa pelas ruas do bairro. “Após o temporal do último dia 29, o trabalho da força-tarefa da prefeitura que limpou as ruas da cidade oportuniza aos moradores conviver mais um pouco com uma de nossas festas tradicionais”, lembrou o secretário municipal da Juventude, Diego Buralde.
 
Em 2016, serão no total seis dias de desfiles na Cidade Baixa e dois na orla do Guaíba. Até agora, dois blocos desfilaram na Cidade Baixa: Panela do Samba e Do Jeito Que Tá Vai. Neste domingo, 21, passarão por ruas do bairro os blocos Areal do Futuro e o Satélite Prontidão.
 
O primeiro a desfilar será o Satélite Prontidão, que animará o público presente à rua João Alfredo. A concentração será na esquina da rua João Alfredo com a Travessa do Carmo, a partir das 16h, e a dispersão será na esquina das ruas João Alfredo e Luiz Afonso. O bloco Areal do Futuro tem concentração marcada para as 19h, na esquina da João Alfredo com Luiz Afonso, passando pelas vias João Alfredo, Aureliano de Figueiredo Pinto e Baronesa do Gravataí. A dispersão ocorre às 22h, na Baronesa do Gravataí.
 
Em 12 de março, será realizado o desfile dos blocos Turucutá e Bloco do Isopor na Cidade Baixa. O Carnaval estará na orla do Guaíba nos dias 27 e 28 de fevereiro. Haverá apresentação dos Filhos do Cumpadi Washington, Bloco da Trinca e Ziriguidum, no sábado, 27, e Império da Lã, Bloco do Kiridão e Skafolia, no domingo, 29.
Veja os trajetos e horários dos blocos:
 
Satélite Prontidão
Concentração: esquina da rua João Alfredo com Travessa do Carmo
Desfile: rua João Alfredo, entre a Travessa do Carmo e a rua da República
Dispersão: esquina das ruas João Alfredo e Luiz Afonso
Horário: das 16h às 19h
 
Areal do Futuro
Concentração: esquina das ruas João Alfredo e Luiz Afonso
Desfile: João Alfredo/Aureliano de Figueiredo Pinto/ Baronesa do Gravataí
Dispersão: rua Baronesa do Gravataí
Horário: das 19h às 22h
 
 


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Texto de: João Carlos Machado Filho
Edição de: Andrea Brasil
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

15 de fevereiro de 2016

Publicadas as alterações do Edital 05/2014 – Pontos de Cultura



A Secretaria de Estado da Cultura torna públicas as devidas alterações ao Edital 05/2014 para o desenvolvimento do Projeto “Rede RS de Pontos de Cultura”, do Programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura, que estava suspenso aguardando a regulamentação da Política Nacional Cultura Viva.
Essa ação atende as orientações do Ministério da Cultura para adequação à Instrução Normativa 01, de 7 de abril de 2015, que regulamentou a Lei nº 13.018, de 22 de julho de 2014, que institui a Política Nacional Cultura Viva – PNCV, e prevê o Termo de Compromisso Cultural – TCC. Este é um novo instrumento de parceria entre o governo e os Pontos que receberão recursos tornando a prestação de contas e o repasse de recursos mais simplificados.
Nessa sexta-feira (12) a Sedac publicou, no Diário Oficial do Estado, a nominata dos componentes da Comissão julgadora desse edital (confira abaixo).
Após a retomada dos trabalhos, em 2015, quando foram analisados os recursos da fase de habilitação, das 78 propostas para apoiar, por meio de repasse de recursos financeiros, instituições da sociedade civil sem fins lucrativos, 46 estão aptas as serem avaliadas pela comissão de seleção.
Confira o edital com as alterações: http://bit.ly/1f4GTsj
Comissão julgadora para o Edital 05/2014-Pontos de Cultura
Portaria SEDAC n.º 06/2016 –
I-Representantes da Secretaria de Estado da Cultura (SEDAC):
Clovis André Silva da Silva – Titular
Marjory da Motta Martins – Suplente
João Wianey Tonus – Titular
Virgilio Moraes Migliavacca – Suplente
Clovis Luis Jorge da Rocha – Titular
Gabriela Klein Petry – Suplente
II – Representantes do Ministério da Cultura (MINC):
Mayra Oliveira Pereira Brito – Titular
Leandro da Silva Vieira – Suplente
Clara Cristina Zitkoski – Titular
Ricardo Atti – Suplente
Leila Rosso Betim – Titular
Margarete Costa Moraes – Suplente
III – Representantes do Colegiado do Circo:
Gabriel Dias Martins – titular;
Rita de Cássia André Masini – Suplente
IV – Representantes do Colegiado do Teatro:
Jessé Moacir Faria Oliveira – Titular
Rodrigo Marques Fernandes – Suplente
V – Representantes do Colegiado da Dança:
Paola Vasconcelos – Titular
Lara Lindenmeyer – Suplente
VI – Representantes do Conselho Estadual de Cultura (CEC):
Adriana Donato – Titular
Marco Aurélio Alves – Suplente

11 de fevereiro de 2016

SEDAC anuncia projetos aprovados na segunda Avaliação Coletiva do CEC em janeiro



A Secretaria de Estado da Cultura (SEDAC) recebeu do Conselho Estadual de Cultura o resultado da segunda Avaliação Coletiva do mês de janeiro.
Foram aprovados cinco projetos totalizando R$ R$ 1.529.804,01 que poderão ser financiados pela Lei de Incentivo à Cultura (LIC). São eles:
1. Projeto: Caravana Cultural
Produtor: Efexis Marketing e Eventos LTDA
Local de realização: Capão da Canoa, Xangri-lá, Pelotas, Rio Grande e Porto Alegre
Valor Aprovado: R$ 365.958,00
2. Projeto: 4º EXPOCASCA
Produtor: Luaue Entretenimentos LTDA – ME
Locais de realização: Casca
Valor aprovado: R$ 172.943,39
3. Projeto: 5º Bom Natal
Produtor: Prefeitura Municipal de Bom Princípio
Locais de realização: Bom Princípio
Valor aprovado: R$ 86.560,00
4. Projeto: 8º Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre
Produtor: Associação Rede do Circo
Local de realização: Porto Alegre
Valor aprovado: R$ 700.000,00
5. Projeto: 32º Reponte da Canção
Produtor: Tabla Produtora
Cidade: São Lourenço do Sul
Valor aprovado: R$ 204.342,62

10 de fevereiro de 2016

Desfile das campeãs encerra o Carnaval de Porto Alegre

Foto: Ricardo Giusti/PMPA
Imperatriz Dona Leopoldina foi a grande vencedora deste ano
Imperatriz Dona Leopoldina foi a grande vencedora deste ano
Foto: Ricardo Giusti/PMPA
Passaram pela avenida as seis primeiras colocadas do Grupo Especial
Passaram pela avenida as seis primeiras colocadas do Grupo Especial
O desfile das campeãs encerrou o Carnaval de Porto Alegre no Complexo Cultural Porto Seco. O Bloco do OP abriu as apresentações na noite dessa terça-feira, 9. Os componentes, formados por conselheiros e delegados das 17 regiões e seis temáticas do Orçamento Participativo, contaram e cantaram na passarela do samba as conquistas das comunidades por meio da participação popular. Logo em seguida, evoluíram na avenida a tribo campeã em 2016, Os Comanches, e as escolas de samba Império do Sol e Unidos da Vila Mapa, campeã e vice-campeã do Grupão, respectivamente.
 
Por volta da meia-noite, os desfiles foram brevemente interrompidos para a premiação. O vice-prefeito Sebastião Melo, o secretário municipal da Cultura (SMC), Roque Jacob, o coordenador de Manifestações Populares da SMC, Joaquim Lucena, e o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba de Porto Alegre (Liespa), Juarez Gutierres de Souza, entregaram o troféu de campeã do Grupo Especial aos representantes da agremiação Imperatriz Dona Leopoldina.
 
“Foi o Carnaval da superação”, disse o vice-prefeito. “Além da crise econômica que assola o país, o Estado e os municípios, a cidade foi parcialmente destruída em 29 de janeiro, às vésperas do Carnaval, por ação de uma tempestade severa, cujos estragos causados podem ser comparados aos danos de um furacão”, disse, acrescentando que, mesmo com todas as dificuldades, não era possível cancelar a festa. “O Carnaval gera emprego e renda a diversas comunidades. Por conta disso e da tradição, a festa popular foi mantida.”
 
“Tudo transcorreu na maior normalidade, com a participação total das comunidades carnavalescas”, destacou Jacob. “Tecnicamente, os desfiles foram brilhantes. A qualidade do som superou a de anos anteriores. Com as apresentações deste ano, ficamos com a convicção de que o Carnaval de Porto Alegre está no encalço dos de São Paulo e do Rio de Janeiro”, observou. O secretário também adiantou as metas para o futuro. “Agora, nosso objetivo é atrair turistas do Mercosul e tornar esse espetáculo autossustentável.”
 
Para o próximo ano, serão investidos R$ 3,3 milhões na capacitação e profissionalização da cadeia produtiva do Carnaval de Porto Alegre. Os recursos decorrem de convênio com o Ministério da Cultura. Em 14 de fevereiro, ocorrerá pregão eletrônico para compra de materiais. As oficinas e seminários começam logo em seguida. "Figurinistas e artesãos, por exemplo, receberão treinamento para aperfeiçoar técnicas de trabalho", informou Margarete Costa Moraes, representante do Ministério da Cultura na Região Sul.  
 
O presidente da Liespa destacou que, a partir desta quarta-feira, 10, começam os preparativos para o próximo ano. “O Carnaval não é obra para dois ou três dias. É trabalho para um ano inteiro. O de 2017 começa hoje.”
 
Com o encerramento da solenidade de premiação, apresentaram-se as escolas União da Vila do IAPI, Império da Zona Norte, Estado Maior da Restinga, Imperadores do Samba, Acadêmicos de Gravataí e a grande vencedora Imperatriz Dona Leopoldina.
Foram premiadas as seguintes escolas:

Grupo Especial
1º Lugar - Imperatriz Dona Leopoldina
2º Lugar - Acadêmicos de Gravataí
3º Lugar - Imperadores do Samba
4º Lugar - Restinga
5º Lugar - Império da Zona Norte
6º Lugar - União da vila do IAPI
 
Grupão
1º Lugar: Império do Sol
2º Lugar: Unidos Vila Mapa
3º Lugar: Realeza
4º Lugar; Samba Puro
5º Lugar: Praiana
6º Lugar: Sbcr Copacabana

Tribos
Os Guaianases
Os Comanches

 
 
 
 


/carnaval
Texto de: Adriano Santana
Edição de: Andrea Brasil
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

9 de fevereiro de 2016

Imperatriz Dona Leopoldina conquista Carnaval 2016

Foto: Joel Vargas/PMPA

Fortunati, Sebastião Melo e o presidente da Liespa entregam o troféu
Fortunati, Sebastião Melo e o presidente da Liespa entregam o troféu
Foto: Joel Vargas/PMPA
Disputa entre as escolas foi acirrada, causando apreensão aos seus integrantes
Disputa entre as escolas foi acirrada, causando apreensão aos seus integrantes
A disputa foi acirrada, mas a Imperatriz Dona Leopoldina conquistou o maior título do Carnaval 2016 de Porto Alegre. A escola do bairro Rubem Berta chegou a ficar com a mesma pontuação da Acadêmicos de Gravataí, mas ganhou nos critérios de desempate. A tensão durou até os últimos minutos entre os que estiveram no Complexo Cultural do Porto Seco nessa segunda-feira, 8, fazendo com que a ansiedade de alguns dirigentes, entre eles o presidente da Imperatriz, Victor Hugo Amaro, preocupasse colegas de escola. A apuração foi acompanhada pelo prefeito José Fortunati, o vice, Sebastião Melo, e o secretário de Cultura, RoqueJacoby. (fotos)

A Imperatriz Dona Leopoldina levou para a avenida uma homenagem à família Nogueira, com a presença do cantor Diogo Nogueira. Ao todo, 1,3 mil componentes cantaram o enredo Espelho, de Filho Para Pai. Imperatriz Canta Diogo Para João. Também foram vencedoras a Império do Sol, pelo Grupo de Acesso,  e Os Comanches, entre as Tribos Carnavalescas. Nesta terça-feira, 9, às 20horas acontece no Porto Seco o desfile das Grandes Campeãs.

Para o prefeito, o Carnaval de Porto Alegre fechou o ano com uma nova edição de sucesso. “A Imperatriz Dona Leopoldina está de parabéns pelo belo desfile, assim como das demais vencedoras. Também merecem os parabéns todos os envolvidos nesta que é a maior festa popular de Porto Alegre. O Carnaval da Capital, na sua cadeia produtiva, gera emprego e renda para milhares de pessoas. Certamente a edição deste ano orgulha a todos nós porto-alegrenses”, avaliou o prefeito. 
 
Resultado do Grupo Especial
1º Lugar - Imperatriz Dona Leopoldina - 239,5
2º Lugar - Acadêmicos de Gravataí - 239,5
(Desempate por critérios - Samba enredo deu a vitoria à Imperatriz)

3º Lugar - Imperadores do Samba - 239,4
4º Lugar - Restinga - 239,1
5º Lugar - Império da Zona Norte -238,4
6º Lugar - União da vila do IAPI- 238,1
7º Lugar - Embaixadores do Ritmo -237,5
8º Lugar - Bambas da Orgia - 236,8
9º Lugar - Unidos do Capão - 236,5
10º Lugar - Vila Isabel- 236,1

Resultado do Grupão
1º Lugar: Império do Sol: 238,4
2º Lugar: Unidos Vila Mapa: 237,4
3º Lugar: Realeza: 237,2
4º Lugar; Samba Puro: 233,5
5º Lugar: Praiana: 233,3
6º Lugar: Sbcr Copacabana: 232,6
7º Lugar: Protegidos: 232,2
8º Lugar: União da Tinga: 231,6
9º Lugar: Fidalgos e Aristocratas: 230,4
10º Lugar: Unidos Do Guajuviras: 230,1
11º Lugar: Acadêmicos da Orgia: 229,9
12º Lugar : E.S. Gloria: 228,1

Vencedor Tribos:

Tribo Os Guaianases: 235,8
Tribo Os Comanches: 239,6



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Texto de: Caren Mello
Edição de: Andrea Brasil
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

4 de fevereiro de 2016

Editorial do Presidente do MTG - As Referências

          A nossa sociedade é construída e alicerçada em cima de referencias, sejam elas pessoais, na maioria das vezes, ou de instituições e empresas. Estas referências podem ser positivas as quais podemos nos espelhar e buscar o aprimoramento de nosso convívio pessoal para estabelecer um crescimento sustentável e harmonioso. Por outro lado existem exemplos que não podemos seguir, negativos, que desconstrói um modelo social adequado de boa e respeitosa convivência. 

           Um exemplo pessoal de contribuição para a sociedade, que busco na memória, é o Gen. Flores da Cunha, governou o estado durante sete anos, sem aumentar ou criar novos impostos, abriu o estado ao desenvolvimento, implantou as Secretarias de Educação, da Saúde e da Agricultura, o instituto de Previdência do estado, a Universidade do Rio Grande do Sul e a Frota Rio-Grandense, com navios frigoríficos para exportar a carne gaucha, aumentou das linhas ferroviárias, asfaltou estradas, e a construiu de escolas. Este é, e sempre será uma referência pessoal de nossa sociedade, como pessoa, como cidadão.

           Em nossa sociedade encontraremos varias empresas e instituições que são referências e marcaram tempo e importância em nossa história. Mas chamo aqui a atenção uma instituição que tem muito haver com nossas vidas,  chamada de MTG – Movimento Tradicionalista Gaúcho,  este chega ao ano do seu cinqüentenário como uma referencia social por toda sua trajetória, sua responsabilidade de preservação e transmissão de valores culturais e de nossa identidade como gaúchos.  O MTG representa para as instituições governamentais, a sociedade civil e tradicionalista a preservação e manutenção de valores sociais, éticos e morais. Construiu uma identidade própria e sólida capaz de atravessar este meio século, alicerçada em objetivos claros, documentos, como nossa carta de princípios, e outros. 

            Vejam a grandiosidade do MTG, não estamos falando de normas, regulamentos, formas de funcionamento, estamos falando em fundamentos filosóficos, estudos, pesquisas, valores maiores que constituem esta entidade, documentos a serem estudados em todos os momentos e que achamos as respostas a nossas perguntas. Regulamentos, normas, mudamos a qualquer momento, agora objetivos e aspectos fundamentais, estes são raras as instituições que tem a capacidade de construção e sustentação perante a sociedade.  Esta capacidade de enfrentamento social é reservada a poucos, aqueles que têm plena consciência de suas atitudes, de suas origens, que escolhem com clareza e lucidez um modelo social de vida, que acreditam num bem estar coletivo, que afastam interesses pessoais do âmbito promocional e financeiro. Longe desses interesses o   MTG  nasceu e estruturou-se, acredito nesta instituição, acredito em seus valores, em sua pessoas,   tenho certeza  da grandiosidade e importância social de nossa instituição.

           Assim como nossa referência pessoal citada acima, quero estabelecer uma relação de trabalho e dedicação por esta causa, sem vantagens, sem promoções e sim o bem estar coletivo e a prosperidade de todos numa convivência de muita harmonia. Chamo a todos para estudar e debater profundamente nossos objetivos e aspectos fundamentais neste ano do cinqüentenário de nossa instituição referência o MTG – desta forma sairemos mais  fortalecidos e unidos

Por Nairo Antunes Callegaro

Presidente do MTG

“BONDADE NUNCA É DEMAIS” !



- Dilmar Paixão –
(professor, escritor e poeta)

                O verso é por demais conhecido e se faz adequado para abrirmos as porteiras de mais um ano. Agora 2016. Tudo tão rápido e passageiro, quase a noção explícita de que somos peregrinos e vamos depressa como os segundos do tempo e a velocidade do vento. Aliás, a natureza tem mostrado motivos para reflexões bem importantes.
                Voltando ao verso do título “... bondade nunca é demais!”, pode-se afirmar que, nem mesmo o Teixeirinha, tinha em seus pensamentos a imagem de tanto sucesso que essa canção faria entre a juventude frequentadora de um ambiente musical diferente do nosso regionalismo gaúcho. Cantá-la, antes, nos estádios de futebol já foi uma vitória. Estar na boca do povo em diversas solenidades oficiais e da sociedade rio-grandense também.
É importante que se diga, pois, que não é por “bondade” que as pessoas entoam este tipo de hino “Querência Amada”. E a letra não é das mais fáceis, como a população massificada está acostumada a cantar, com conteúdos resumidíssimos e de apelo fácil. Pelo contrário. É melhor que se diga que é um fenômeno.
De um momento inicial, impulsionado por novos cantores em um grande canal de radiodifusão, essa composição tem se mantido contemporânea sem mais favores e escolhas midiáticas. Então, cante-se: “... bondade nunca é demais”! 
Há anos, o Planeta Atlântida tem um início oficial com o Hino Rio-Grandense, numa participação tradicionalizada pelo Neto, da família dos Fagundes do Alegrete. Uma merecida ocupação de espaços com qualidade, que projetou, desde muito tempo, integrantes da família que responderam, com sucesso significativo, às oportunidades surgidas. Darcy Fagundes, no Grande Rodeio Coringa e na arte da declamação, os irmãos Bagre e Antônio Augusto, o Dorotéo, o Neto, o Ernesto, o Paulinho e os demais, muitos que tenho o privilégio de listar entre os amigos.
Nos idos da 2ª Tertúlia Musical Nativista, em 1981, ainda na sede social e campestre da Associação Tradicionalista Estância do Minuano, no tempo em que Santa Maria era mais famosa por notícias boas, o Bagre e os seus filhos subiram ao palco e tomaram conta. Duvido que os Fagundes tivessem ideia da repercussão que os aguardava com o Canto Alegretense. Tanto que a mais popular daquele festival foi “O Bugio”, do Borges com letra do Prado Veppo. Conta-se que um renomado conjunto regionalista de fandangos preferiu não gravar a novel canção, porque não era costume saudar-se somente uma cidade, já que os grupos de baile animavam festas em inúmeros municípios pelos recantos do Estado e do país. O Guri de “Uruguaiana” que diga do seu sucesso interpretando versões do Canto do “Alegrete”. Méritos, portanto, e aplausos sempre.
Como pai de adolescente, agora universitário, com idade mínima para o Planeta, acompanhei, mais de perto, as festividades deste ano. Da minha experiência profissional na radiodifusão, transmitindo inúmeros eventos musicais pelo país, por raras vezes, observei em um mesmo espetáculo uma canção ser repetida - e na mesma noite. Mais: os intérpretes vieram de outros Estados da Federação Brasileira. E o povo presente demonstrou profundo conhecimento de toda a letra do Teixeirinha. Outra surpresa ainda: no outro dia, vi pela reportagem televisada, que um dos mais reconhecidos sambista daquela noite, intérprete dessa cantiga, confirmou a sua admiração pelas tradições gaúchas e dançou nosso folclore em invernada artística.
Registrar, isso, para a contemporaneidade ou recolher como mais uma prova da popularidade de Teixeirinha, como nosso principal cancioneiro a transportar a arte regional para o mundo, seriam objetivos corriqueiros. Por isso, prefiro recorrer ao verso que sublinhei no título desta manifestação para saudar o ano que se inicia e agradecer a Deus e aos nossos conviventes pela felicidade de estar, coexistir e interagir com bondade. Neste mundo, que há muito é de tanta pressa e desumanidade, sem tempo para o coração, como diria o poeta, conviver é muito mais do que uma necessidade e saber viver e conviver é um desafio sobremodo inegável.
A propósito, humanização é uma terminologia e um conceito que tem sido expresso, inclusive, em políticas públicas e sociais, no entanto, é uma prática mais discursista do que efetiva e eficaz. Sensibilidade é outra palavra integrante desse sentimentalismo racionalizado, onde o ter não deixa mais espaços para o ser e as pessoas, em plena era da comunicação e tecnologia que poderiam aproximá-las, preferem afastar-se das outras pessoas e de Deus. Hospitalidade é uma prática quase inexistente em nossos dias. Aliás, dias e noites.
Uma canção conhecida dos Irmãos Bertussi, chamada Oh de Casa!, historiou o período mais frequente de se demonstrar a hospitalidade: “... um lugar para pousar”. Se recorrermos à literatura poética do payador Jayme Caetano Braun, no seu livro De Fogão em Fogão, há toda uma poesia para definir a hospitalidade. A certa altura dos versos, ele profetiza que, até o índio mais xucro, à margem da vida em sociedade, “... cumpre a hospitalidade”. Se ainda vivêssemos esse tempo que foi descrito em sua real existência, por exemplo, não teríamos tantas banalidades em assaltos que vitimam pessoas inocentes, muitas vezes, por futilidades.
O verso do Teixeirinha é atual, atualizado, apropriado para esses tempos, neste novo ano que se inicia. Se pensarmos que “... bondade nunca é demais!”, poderemos conferir mais qualidade às nossas vidas e convivências, mais humanidades para os relacionamentos, mais amorosidade para o existir humano e social. É um pouco daquelas conversas que se tem nas rodas de mate sobre tradição, progresso e evolução. A tecnologia, mais do que teoria e estudos sobre técnicas, processos e métodos, como sempre se disse, é um mero conjunto de meios e instrumentos disponibilizados para facilitar e não afastar os seres humanos entre si. Entre os males desse último período sem luz, houve um tempo precioso para a convivência nas famílias com criatividade. Para algumas, coisa rara.
Pensando no tema da bondade e no ano estreado, vale uma prece final: “Oh Deus, tem misericórdia de nós e abençoa-nos! Trata-nos com bondade”. “O amor do Senhor Deus não se acaba, e a sua bondade não tem fim”(Lm:3,22). “A bondade é a colheita produzida pelas sementes que foram plantadas pelos que trabalham em favor da paz”(Tg:3,18). Que esta nova temporada seja de bondade entre todos nós, afinal, como a canção recomenda: “... bondade nunca é demais”!
Proseamos mais, de outra feita.
Partenon, 1º de fevereiro de 2016.


31 de janeiro de 2016

Victor Hugo: o desafio da gestão cultural em meio à crise


Victor Hugo destaca ampliação do Pró-Cultura
Foto: MARCO QUINTANA/JC

Michele Rolim e Ricardo Gruner
Após 12 meses no comando da Secretaria Estadual de Cultura, o músico e jornalista Victor Hugo (PMDB) fala sobre seu primeiro ano de gestão e explica seus planos para a área cultural gaúcha, também afetada pelo corte de gastos gerado pela crise das finanças públicas. 

JC - Viver - Como está hoje o financiamento da cultura?
Victor Hugo- Eu sou defensor do ponto de vista conceitual de que o Pró-Cultura seja um sistema conjugado e paritário, o mesmo tamanho que tiver a renúncia fiscal da LIC tem que ter para o Fundo de Apoio à Cultura (FAC). As condições objetivas do governo não nos permitem isso - é um governo que trabalhou com um déficit de R$ 5 bilhões. Espero que, até o fim do nosso período aqui, eu consiga deixar a comunidade cultural em um ambiente menos distanciado entre a política da renúncia fiscal e a política do FAC. Os números para 2016 são os seguintes: R$ 35 milhões de LIC e R$ 13 milhões de FAC, a relação ainda é muito distante, e sempre foi distante. Eu pretendo editar uma nova instrução para o sistema LIC, a partir de fevereiro. Uma futura LIC que em alguns momentos seja mais parecida com a política do FAC.
Viver- Sobre o Projeto de Lei (PL) nº 506/2015, a classe artística defende que duas proposições deste projeto, efetivamente, retiram recursos na área de cultura. O senhor concorda?

Hugo- Ele dizia que os recursos para 2016 serão de R$ 35 milhões, como foram em 2015. Essa é a minha primeira divergência com as pessoas que criticaram o PL 506. Não há e não houve redução do valor disponível, os números atestam isso. A LIC que o Antônio Britto criou previa 0,5% (cinco décimos por cento) da receita corrente líquida, este valor nunca foi nem no governo Britto, nem nos governos posteriores - quando o governo Yeda alterou a lei primeira e criou o Pró Cultura dizia que os recursos seriam de até 0,5%. Naquela revisão do Pró Cultura de 2010, foi criada uma trava para redução, entrava o trecho: não podendo ser inferior de um ano para outro - isso impedia, via lei, a prática de redução. 

Viver - Como ficou então?
Hugo- A Secretaria da Fazenda, apresentando o quadro de dificuldades das finanças públicas do Estado, argumentou o seguinte: essa trava engessa a possibilidade de um futuro remanejamento para menos, e esta foi a cota de solidariedade, que eu, secretário da Cultura, como homem de governo, dei à Secretaria da Fazenda, no momento que concordei com a saída da trava. Mas o fato de que eu dou minha cota de solidariedade na crise não quer dizer que abdico do meu papel institucional pela manutenção e até mesmo pela ampliação dos R$ 35 milhões. O segundo aspecto do PL é aquele que tirava o acréscimo de R$ 6 milhões para as ações especiais. Em 2013, a gestão anterior criou um acréscimo neste valor. E o governo anterior o que criou, executou? Executou zero. Em 2014, executou R$ 2,8 milhões. O que aconteceu agora? O PL tirou o acréscimo. As ações especiais podem ser colocadas dentro dos R$ 35 milhões, elas não deixaram de existir. Eu parabenizo a gestão que conseguiu criar, com a Secretaria da Fazenda da época, esse acréscimo, agora eu não tenho esse acréscimo. Entendo que não houve retrocesso.

 Viver- Sobre o condomínio cênico do Hospital São Pedro, os grupos que lá estão permanecem, e os pavilhões ficarão mesmo para a cultura?
Hugo- Acho que faltou, no começo dessa história, um edital que legitimasse o ingresso via seleção pública para os grupos e que teria a possibilidade de ser renovados. Se eu fosse começar isso, no passado, começaria diferente. Os grupos e a comunidade cultural consideravam ilegítimo que a relação acabasse. Não pode soar tão estranho que algo um dia se acabe, mas não pode acabar também de forma abrupta, e neste sentido é importante que o governo considere o interesse dos grupos, do acumulado dessa experiência artística, o aspecto social. Eu também vejo do ponto de vista da economia da cultura. Sou artista também, estamos falando da manutenção dos grupos e das suas famílias. Outro aspecto é a questão da legitimidade do governo de criar um plano para a área como um todo - é muito grande, mais que os seis pavilhões. Em 2015, pedi a renovação do convênio, mas entendia que a legitimidade é de quem é dono do prédio. Quando chegou em um ponto dessa discussão, me dei conta de que o prédio, não o trabalho dos grupos, é tombado pelo patrimônio histórico. Solicitei todo o processo de tombamento. Pedi para que o governo reabrisse a questão sobre a ótica do patrimônio histórico cultural, sobre os seis prédios tombados. Mas o fato de que um bem é tombado automaticamente obriga que ele tenha destinação cultural? Não obriga, mas é de praxe. Isso reconfigurou a cena, e acabamos garantindo destinação cultural para esses pavilhões. A preferência é de assegurar a manutenção desses grupos. Precisamos caminhar de mãos dadas. 

Viver- No ano passado, um dos vencedores do edital de incentivo à pesquisa em artes cênicas do Teatro de Arena recebeu o prêmio atrasado, depois que já havia inclusive cumprido temporada. O outro que ganhou em 2015 deve realizar apenas neste ano por conta do pagamento. O edital do prêmio será aberto em 2016?
Hugo- Para este ano, pretendo, de novo, anunciar o prêmio do Arena. Ele vai ter recursos do FAC, é uma diferença de rubrica. Vamos criar um FAC só para contemplar essa necessidade, mas vamos ter a mesma dificuldade de pagamento do caixa único - FAC ocorre via caixa único. 

Viver - Antes, o recurso vinha de onde?
Hugo - Do custeio. Ele concorria com os recursos para água, terceirizados, limpeza. A conta de custeio dessa secretaria é enorme. 

Viver - Há anos, fala-se que o Museu de Arte Contemporânea (MAC-RS) pode ganhar uma sede própria. Como está essa situação?
Hugo- Tenho muito respeito para com as experiências anteriores, mas uma das coisas que vi na gestão pública é o que chamo de boas ideias pela metade. Em tese, todo mundo é a favor de ideias culturais. Mas se tu chegares aqui, "secretário, tive uma ideia maravilhosa, vamos criar uma instituição na Sedac", vou responder imediatamente: não. Só admito falar nisso quando as minhas instituições não estiverem vivendo o grau de precariedade histórica. Entendo que foi meritória a criação do MAC-RS lá no governo Collares. Por que a boa ideia ficou pela metade? Porque criar uma instituição é pensar no seu acervo, e o do MAC é maravilhoso, mas instituição é também sede, pessoal. A gestão tem que ser cuidadosa. Eu havia solicitado o prédio da Rua da Ladeira com Andrade Neves, esse que foi invadido, para que ele fosse destinado à Sedac para abrigar o MAC. Na ocasião, a resposta da Casa Civil foi que havia outro planejamento.

Viver
- Isso foi antes da ocupação Lanceiros Negros?

Hugo- Sim. Infelizmente, não obtive a autorização para instalar ali o MAC. Hoje (terça-feira) ainda tive reunião com a diretora do museu (Ana Aita), e ela identificou outra possibilidade de prédio. Ela segue buscando. Espero que consigamos sanar essa dificuldade histórica.

Viver - Sobre as salas da Casa de Cultura Mario Quintana, haverá editais para ocupação?

Hugo- Não existe definições de editais. Estou refletindo, porque a CCMQ deve entrar em restauro interno. E obra é variável incontrolável. Já está em curso a obra da incubadora cultural RS Criativo, instalada na Casa de Cultura no andar antes ocupado pela Biblioteca Pública - que já retornou para a casa antiga, restaurada. O RS Criativo, até o fim do ano, irá oferecer cursos de qualificação para players que queiram gerar receita, investimento e oportunidade na área da cultura.

Viver - Há perspectivas para institutos como o do Livro (IEL) e do Cinema (Iecine) nos próximos anos?

Hugo- Ainda estou validando os planejamentos deles para 2016. Comecei pela realização da política de fomento, não adianta planejar sem fomento. Minha primeira pauta com os diretores foi essa política. Estou trabalhando com eles novos editais por áreas - privilegiando a ação de todas as instituições da Sedac. Haverá também, pela primeira vez, um edital regional. Vejo a secretaria como um financiador.

Viver
- Qual a situação do impasse em relação à Sala Sinfônica da Ospa?

Hugo- Quando assumi, a posição era a seguinte: licitação em curso, a empresa vencedora que começou a obra identificou um descompasso na primeira parte - que não foi feita com recursos licitados do Estado. A empresa em questão disse que poderia prosseguir na obra, fazer ajustes, mas ampliava o valor em R$ 7 milhões. Então orientei minha assessoria que trabalhasse no distrato. Chamei o segundo lugar, e o primeiro, em seu direito legítimo, foi ao Poder Judiciário e disse que tinha coisas a tirar de lá e um dinheiro a receber pelo que fez. Na visão da empresa, seria R$ 1,1 milhão. Mas a área técnica da Secretaria de Obras diz que é pouco mais de R$ 100 mil. Não há base legal para fazer acordo. Gestor público só tem que cumprir lei e, muitas vezes, o cumprimento da lei não responde ao tempo que a sociedade espera. A justiça nomeou um perito, e ele já entregou sua posição. Agora, a decisão é do juiz. No momento em que a Justiça disser que temos que pagar, poderemos chamar o segundo lugar. Pelo que fui informado pela minha assessoria, a segunda empresa dirá se quer fazer e, então, tem que tirar do valor dela o que já foi pago. É um assunto muito complexo.

Viver
- Há receio de que as obras não sejam retomadas?

Hugo- A obra da Ospa é do Ministério da Cultura e governo do Estado. Vivo no Brasil, vi a luta que meu colega ministro Juca (Ferreira, da Cultura) tem feito inclusive para manter os recursos de sua pasta. É a mesma que faço aqui. Os cortes do Ministério da Fazenda em todas as áreas são imensos. A continuidade depende dos repasses da união. Até o momento, não padecemos de nenhum corte. A política do RS Criativo flui normalmente, o repasse para revitalização dos prédios flui normalmente.

Viver
- O Margs será revitalizado neste ano?

Hugo- Ele está na lista dos quatro prédios do PAC Cidades Históricas: Margs, Memorial, Museu Júlio de Castilhos e Museu Hipólito da Costa. Até 10 de fevereiro, nós vamos receber o projeto arquitetônico. São recursos para recuperação de prédios. Isso é um exemplo de recurso a fundo perdido. Quando cheguei aqui, havia a sinalização. No primeiro ano, fizemos a contratação dos projetos arquitetônicos. Qual a meta para 2016? Contratação da licitação das obras.

Viver
- Como está a relação com os colegiados setoriais?

Hugo- O colegiado é integrado por pessoas que não têm cargo no governo, mas são representantes dos setores da comunidade cultural - a lei prevê que eles são órgãos auxiliares da política pública dos secretários. Estavam regularizados três colegiados: teatro, dança e circo. Outros estamos regularizando. A secretaria provocou a reativação desses colegiados, seis foram retomados - o do livro está nesse processo. E foi criado o do artesanato. Na reunião que fiz com meus diretores, informei que haverá um edital do prêmio Ieacen de Artes Cênicas para a dança e deliberei que o prêmio será de R$ 250 mil. O secretário está determinando quantos prêmios e objetos serão premiados? Não, o secretário está transferindo essa composição de resultado aos institutos vinculados a ele e aos colegiados. Por isso, a necessidade de mantê-los ativos e organizados. O colegiado de dança já deliberou que, dos R$ 250 mil do edital do Ieacen, serão cinco prêmios de R$ 50 mil para circulação dos espetáculos. Isso acho importante: o caminhar do governo com a sociedade.


Fonte: Jornal do Comércio

29 de janeiro de 2016

Última edição da Descida da Borges acontece nesta sexta

Foto: Luciano Lanes / PMPA
Samba Puro, União da Vila do IAPI e Embaixadores do Ritmo estarão na avenida
Samba Puro, União da Vila do IAPI e Embaixadores do Ritmo estarão na avenida
A Descida da Borges acontece nesta sexta-feira, 29, às 21h, com início da concentração uma hora antes. Da última edição do evento antes do Carnaval participam as seis primeiras colocadas de 2015 do Grupo Especial: as escolas Samba Puro, União da Vila do IAPI e Embaixadores do Ritmo.

O evento tem como finalidade reviver os antigos carnavais que aconteciam no Centro da cidade. "O espírito do Carnaval no Centro não pode se apagar e deve ser permanentemente renovado. A Borges de Medeiros é um marco do Carnaval, destaca o coordenador de Manifestações Populares da Prefeitura de Porto Alegre, Joaquim Lucena.”

As escolas passam pela mesma pista onde desfilavam até os anos 1960. Para o público, é a chance de ver em primeira mão o que as entidades estão preparando para levar ao Complexo Cultural do Porto Seco. Para as escolas, será um grande ensaio pré-carnavalesco para as baterias.

Programação

20h50 – Samba Puro
21h40 – União da Vila do IAPI
22h50 – Embaixadores do Ritmo
 


/carnaval /cultura
Texto de: Yanlin Costa (estágiaria)/ Supervisão: Cleber Saydelles
Edição de: Isabel Cristina Kolling Lermen
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

28 de janeiro de 2016

Secretaria da Cultura anuncia edital Regional do FAC para 2016



Iniciativa inédita na história do Fundo de Apoio à Cultura, edital garantirá distribuição de recursos para todas as regiões, estabelecendo cotas para cada uma das 9 regiões funcionais do estado.
O anúncio de um edital do Fundo de Apoio à Cultura, foi feito pelo secretário de Estado da Cultura, Victor Hugo, em palestra realizada no Fórum Inter-regional de Cultura, organizado pelo Conselho dos Dirigentes Municipais de Cultura (Codic), vinculado à Federação dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), realizado na Ulbra de Torres.
Secretário Victor Hugo falou sobre as ações de 2015
Secretário Victor Hugo falou sobre as ações de 2015
“Ainda estamos definindo as regras do edital, mas a ideia é que contemplemos 18 projetos ao todo, garantindo uma isonomia para as regiões”, afirmou Victor Hugo.
Victor Hugo apresentou o relatório de Gestão da Sedac com o balanço das principais ações realizadas em 2015. Como uma das principais ações o secretário citou a aprovação do Plano Estadual de Cultura (Lei 14.778/15) e o início do trabalho de consolidação do Sistema Estadual de Cultura (Lei 14.310/13). “Os municípios devem estar alinhados e fazer sua lição de casa para que cada um tenha seu Plano, Fundo e Conselho Municipal de Cultura. Assim estaremos juntos consolidando o Sistema Estadual e trabalhando na busca por mais recursos para a cultura”. Acrescentou ainda, que a equipe da Sedac está apta e pronta a ajudar nas orientações aos municípios sobre o procedimento para esses passos.
Ao citar os três princípios norteadores de sua gestão: Normalidade Político –Administrativa, Presença Institucional e Busca por Resultados, o secretário disse que vê no relatório de gestão uma entrega para a comunidade cultural. “Quem como nós está na função pública tem que pensar na entrega e é isso o que estamos fazendo após nosso primeiro ano de trabalho no Governo do Estado”, afirmou.
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O diretor de Cidadania e Diversidade Cultural da Sedac, Leoveral Soares, falou sobre o Sistema Estadual de Cultura
O encontro contou também com a presença do diretor de Cidadania e Diversidade Cultural da Sedac, Leoveral Soares, que destacou o trabalho da Comissão Intergestora Bipartite, com integrantes do Codic. “ Em 2016 estaremos definindo os critérios para que os municípios tenham condições de aderir ao Sistema Estadual de Cultura, bem como o assessoramento para que possam ser construídos os Sistemas Municipais”, informou.
Após a palestra o secretário respondeu à perguntas dos dirigentes de 11 municípios que compareceram ao encontro. O evento integra a programação da Assembleia Geral de Verão da Famurs, que teve abertura com participação do governador em exercício, José Paulo Cairolli, e presença do secretário Victor Hugo.
Dirigentes Municipais de Cultura no encontro do Codic
Dirigentes Municipais de Cultura no encontro do Codic

Homologados no Edital de Ocupação dos Teatros Municipais - 1º Semestre de 2016




Relação de inscrições homologadas e não homologadas do concurso nº 20/2015, referentes às categorias de Artes Cênicas, Dança e Música. Prazo para recursos é de 28/1 a 4/2 por e-mail com as devidas coordenações. Dúvidas entrar em contato com as respectivas coordenações, sendo Coordenação de Artes Cênicas: (51) 3289 8062 e 3289 8064 ou cac@smc.prefpoa.com.br; Coordenação de Dança: (51) 3289 8065 tomazzoni@smc.prefpoa.com.br e Coordenação de Música: (51) 3289 8119 ou cm@smc.prefpoa.com.br.

Dança

HOMOLOGADOS

773 – Rejane da Rosa Rodrigues

788 – Suzana Maciel D’Avila

793 – Claudia Corrêa da Silva

798 – Luíza Fischer da Cunha

800 – Fernanda Rispoli Quartieri

815 – Luciana Ibarra dos Santos Sperb

817 – Luciana Ibarra dos Santos Sperb

820 – Marco Aurelio Julio Rodrigues

822 – Marco Aurelio Julio Rodrigues

833 – Lauren Hartz Rosa

837 – Emmanuel Idowu Akinruli

844 – Ângela Ferreira da Silva

848 – Paola de Vasconcelos Silveira

851 – Jackson Willian Silva Brum

854 – Aldo Gonçalves Cardoso Junior

868 – IZABELA LUCCHESE GAVIOLI

880 – LEONARDO JORGELEWICZ

895 – Marco Antonio Filliipin Rodrigues

NÃO HOMOLOGADOS


821 – Carlos Martins Capitão Nerto, motivo: Falta de apresentação do número da DRT

Centro Municipal de Dança abre inscrições para o Grupo Experimental - 2016




Estão abertas até dia 26 de fevereiro as inscrições para os interessados em participar do Grupo Experimental de Dança da Cidade de Porto Alegre. O projeto oferece a oportunidade de formação em dança durante um ano com alguns dos mais importantes profissionais da área no Rio Grande do Sul e a prática de criação artística em grupo.

O programa de curso é gratuito e inclui cinco aulas por semana (de segunda a sexta-feira), com diversas abordagens e estilos como dança contemporânea, dança moderna, educação somática, improvisação, história da dança, entre outras. Num total de aproximadamente 400 horas aula ao ano, de abril a dezembro. Mais de 300 alunos já participaram do projeto que teve no seu corpo docente profissionais como Eva Schul, Jussara Miranda, Cibele Sastre, Neca Machado, Douglas Jung, Alexandre Rittman, Bia Diamante, Didi Pedone, Alessandro Rivellino, entre outros.

O projeto pioneiro e inédito é uma realização do Centro Municipal de Dança, da Prefeitura de Porto Alegre, teve início em 2007 e desde 2011 conta com parceria da Casa de Cultura Mario Quintana e Secretaria de Estado da Cultura - SEDAC-RS.

Na sua curta trajetória o projeto do Grupo Experimental de Dança da Cidade já pôde perceber resultados no âmbito da criação e da formação além das fronteiras do país. Os ex-alunos Marcio Canabarro e Douglas Jung passaram na audição e ganharam bolsa para estudar na Salzburg Experimental Academy of Dance (SEAD), na Áustria. Muitos outros integrantes passaram a atuar em outros grupos ou companhias como coreógrafos, bem como prosseguindo sua formação em dança em centros de excelência no Brasil e no exterior.

CRONOGRAMA:

Inscrições: de 27 de janeiro a 26 de fevereiro


Aulas abertas para seleção (audições): de 28 a 11 de março

Resultado: até 16 de março

Início das Aulas: em 4 de abril


As inscrições estão abertas para alunos e alunas a partir dos 15 anos. Os interessados devem enviar carta de interesse, ficha de inscrição e breve currículo para a Coordenação de Dança da Secretaria Municipal da Cultura, (Av. Érico Veríssimo, 307) através do endereço eletrônico: tomazzoni@smc.prefpoa.com.br.
Outras informações pode ser obtidas através do fone 3289.8065 e 3289.8063.



FICHA DE INSCRIÇÃO – Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre

Nome:
Endereço:
Telefone:
E-mail:
Data nascimento:
Breve currículo: (informações profissionais/ de formação)

O projeto do Grupo Experimental de Dança da Cidade oferece aulas gratuitas. Para o preenchimento das vagas públicas, solicitamos aos interessados que respondam as questões abaixo, contribuindo para a seleção da turma com melhor aproveitamento.

1. Você tem disponibilidade de freqüentar aulas em um turno de segunda a sexta-feira?
( ) Manhã, das 9h às 12h
( ) Tarde, 14h as 17h
( ) Noite, 18h as 21h
( ) Qualquer um dos turnos

2. Você tem condições de chegar pontualmente às aulas?
( ) sim ( )às vezes ( ) não

3. Você tem condições de assumir o período de aulas de abril a dezembro?
( )sim ( ) parcialmente PQ?

4. No caso de oferta de participação em outro curso ou grupo você teria de:
( ) avaliar a proposta ( ) manter o compromisso com o Grupo Experimental de Dança (GED)

5 . Você tem alguma dificuldade financeira para freqüentar as aulas diariamente?
( ) sim ( ) não ( )talvez

6. Você tem alguma viagem ou compromisso já assumido que possa afastá-lo do GED por mais de uma semana ao longo do ano?
( ) sim Qual?
( ) não

7. Caso surja uma oportunidade de trabalho ou estágio remunerado no mesmo turno das aulas do grupo você:
( ) avaliaria ( ) não aceitaria ( ) teria de aceitar

8. Você está disposto(a) a freqüentar todas as aulas oferecidas no programa do projeto, independente de suas preferências ou identificação:
( ) sim ( ) talvez

9. Durante o ano podem ser planejadas performances e apresentações públicas. Você estaria disponível para participar dessas atividades?
( ) sim ( ) talvez PQ?

10. Qual tipo de aulas você tem maior interesse?
11. Você tem algum problema de saúde ou lesões que exijam cuidado especial durante aulas práticas e que precisem ser informados aos professores?

27 de janeiro de 2016

Seleção de Novos Bailarinos para Companhia Municipal de Dança





A Secretaria Municipal da Cultura e Secretaria Municipal de Educação estão com as inscrições abertas até dia 10 de fevereiro para seleção de Bailarinos/Bailarinas para a Cia Municipal de Dança de Porto Alegre. A Cia Municipal de Dança de Porto Alegre é um projeto de profissionalização que prevê aulas, ensaios e apresentações públicas e o trabalho com o perfil diversificado de intérpretes.

Desde 1940, a classe artística de Porto Alegre projeta caminhos para que a capital gaúcha tenha a sua Companhia Municipal de Dança. O projeto começou a se tornar realidade em 1995, quando a primeira Conferência Municipal de Cultura colocou a criação da Companhia entre as suas pautas. A partir daí, essas assembleias, que traziam as principais reivindicações a partir de demandas da classe artística, já apontavam para a necessidade de profissionalização da dança na Capital. O piloto começou no primeiro semestre de 2014, quando a Companhia abriu edital de seleção. Em junho, já começou a funcionar com os 20 bailarinos selecionados. Essa conquista reflete a intensa produção independente da dança na capital gaúcha.

As inscrições serão recebidas até o dia 10 de fevereiro de 2016, no Centro Municipal de Dança – (Av. Erico Verissimo, 307), de segunda à sexta, no horário das 9h às 11h 30min e das 14h às 17h 30min.



Mais informações acesse o Edital.

25 de janeiro de 2016

Carnaval 2016: novo regulamento define mudanças nos desfiles

Foto: Betina Carcuchinski/PMPA
Os desfiles deste ano serão realizados entre as terças-feiras 2 e 9 de fevereiro
Os desfiles deste ano serão realizados entre as terças-feiras 2 e 9 de fevereiro
Já está em fase adiantada a montagem das estruturas que vão receber os desfiles oficiais do Carnaval 2016 no Complexo Cultural do Porto Seco. O evento deste ano tem mudanças em relação aos anteriores. Os desfiles serão realizados em um intervalo de uma semana, entre as terças-feiras 2 e 9 de fevereiro. A antiga Muamba será substituída por duas noites denominadas Ensaios Técnicos, na terça e na quarta que antecedem o Carnaval. Cada uma delas terá a participação de cinco escolas do Grupo Especial, entre as 20h30 e a 1h20. As escolas que integravam os grupos de Acesso e Intermediário A disputam o chamado Grupão.

Os desfiles oficiais serão realizados em três noites. Na sexta-feira, 5, desfilam seis escolas do Grupão e três do Especial, Unidos do Capão, Imperatriz Dona Leopoldina e Acadêmicos de Gravataí. No sábado, 6, vão para a passarela a convidada Esporte Dá Samba e as outras sete do Grupo Especial: Bambas da Orgia, Estado Maior da Restinga, Embaixadores do Ritmo, Império da Zona Norte, Unidos de Vila Isabel, União da Vila do IAPI e Imperadores do Samba. No domingo, desfilam as duas tribos, Os Guainazes e Os Comanches e as outras nove entidades do Grupão.

O Desfile das Campeãs será realizado na terça-feira, 9, quando desfilam a tribo campeã, a primeira e a segunda colocadas do Grupão e as seis primeiras do Especial.

Novo Regulamento - Os novos grupos que formam o Carnaval de Porto Alegre foram definidos pela próprias entidades carnavalescas. O regulamento, divulgado pela Liga Independente das Escolas de Samba de Porto Alegre (Liespa) apresenta a reorganização do Carnaval para um período de três anos. Para 2016, fica estabelecido o descenso de duas Escolas do Grupo Especial que ficará com oito entidades em 2017, formando a Série Ouro.  Os Grupos A e Acesso serão disputados por um total de doze entidades, sendo que as seis primeiras colocadas formarão, a partir de 2017, um novo Grupo Especial denominado Série Prata. As seis ultimas colocadas juntam-se com as duas que desfilaram na condição de convidadas para formarem o novo Grupo de Acesso, a Série Bronze. Em 2017, então, os três grupos terão a participação de oito entidades. O grupo formado pela duas Tribos, Os Guainazes e Os Comanches permanecem inalterados.

Na disputa para o carnaval 2017, fica estabelecido que da Série Ouro descem duas agremiações e sobe uma da Série Prata. Na Série Prata, acontecerá o descenso de três e o ascenso de uma, e na Série Bronze, o descenso de quatro e o ascenso de uma entidade carnavalesca.

Dessa forma, o Carnaval 2018 terá o Grupo Especial Série Ouro com sete escolas, o Grupo Especial Série Ouro e Especial Série Prata com sete escolas cada um e o Acesso Série Bronze com seis escolas. A partir de então haverá o ascenso e descenso entre os grupos de uma escola a cada ano. Fica previsto para 2019, de acordo com disponibilidade do poder público, a criação de um novo Grupo de Acesso nos carnavais comunitários, onde  as escolas que não conseguiram classificação para as novas séries criadas farão seus desfiles e a campeã deste terá lugar na Série Bronze.

Formação dos grupos até 2018
No Grupo Especial:
2016 - dez entidades
2017 - oito entidades
2018 - sete entidades

No Grupo A  (Grupão):
2016 - 12 entidades  
2017 - oito entidades
2018 - sete entidades

No Grupo de Acesso:
2016 - duas entidades (convidadas)
2017 - oito entidades 
2018 - seis entidades

No Grupo Tribos duas tribos nos anos de 2016, 2017 e 2018.
Calendário de Desfiles 2016

Dia 2 - Ensaio Técnico (Muamba)
Ordem dos desfiles
20h30 - Imperadores do Samba
21h30 - Unidos de Vila Isabel
22h30 - Unidos do Capão
23h30 - Acadêmicos de Gravataí
00h30 - Imperatriz Dona Leopoldina

Dia 3 - Ensaio Técnico
20h30 - Embaixadores do Ritmo
21h30 - Bambas da Orgia
22h30 - Império da Zona Norte
23h30 - União da Vila do IAPI
00h30 - Estado Maior da Restinga

Dia 5 de Fevereiro - Desfile primeira noite
21h25 - Mocidade da Lomba do Pinheiro
22h15 - Filhos da Candinha
23h05 - Fidalgos e Aristocratas
00h00 - Academia de Samba Puro
00h55 - Copacabana
01h50 - Academia de Samba Praiana
02h45 - Unidos do Capão
03h50 - Imperatriz Dona Leopoldina
04h55 - Acadêmicos de Gravataí

Dia 6 de Fevereiro - Desfile segunda noite
20h45 - Esporte dá Samba
22h45 -  Bambas da Orgia
23h50 - Estado Maior da Restinga
00h55 - Embaixadores do Ritmo
02h00 - Império da Zona Norte
03h05 - Unidos de Vila Isabel
04h10 - União da Vila do IAPI
05h15 - Imperadores do Samba

Dia 7 de fevereiro - Desfile terceira noite
21h05 - Tribo Os Guaianazes
21h55 - Tribo Os Comanches
22h45 - Protegidos da Princesa Isabel
23h40 - Unidos de Guajuviras
00h35 - Império do Sol
01h30 - Realeza
02h25 - Acadêmicos da Orgia
03h20 - União da Tinga
04h15 - Unidos da Vila Mapa
05h10 - Escola de Samba da Glória

8 de fevereiro - Apuração - Complexo Cultural do Porto Seco

9 de fevereiro - Desfile das Campeãs


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Texto de: Cleber Saydelles
Edição de: Isabel Cristina Kolling Lermen
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.