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Justiça cassa mandato do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre

A decisão do juiz José Antonio Coitinho, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, em Mandado de Segurança impetrado p...

30 de junho de 2011

Conselho Municipal de Educação comemora 20 anos

Foto: Ricardo Giusti/PMPA
Antigos e atuais conselheiros comemoram aniversário do CME
Antigos e atuais conselheiros comemoram aniversário do CME
Os 20 anos da posse dos primeiros conselheiros municipais de Educação foram comemorados hoje, 30, no Salão Nobre do Paço Municipal com as presenças do prefeito José Fortunati, da secretária municipal de Educação Cleci Jurach e da presidente, conselheira Regina Scherer. Participaram integrantes mais antigos e os empossados em maio no Conselho Municipal de Educação (CME). O prefeito e a secretária foram homenageados com a entrega de bóton e selo comemorativos ao aniversário.

Fortunati destacou a importância do grupo que representa o sistema municipal de ensino na qualificação da educação na Capital. “Hoje é uma data especial. Parabenizo a todos que, de forma abnegada, amorosa e zelosa doam o seu tempo para contribuir com avanços na educação dos nossos alunos”.

“Queremos dar visibilidade aos atuais e antigos integrantes do conselho, valorizando e agradecendo a eles, que dedicam tempo, além das suas obrigações, para pensar em melhorias para a educação na cidade”, disse a presidente do conselho, Regina Scherer. Lembrou a tarefa árdua, que é a construção do Plano Municipal de Educação para 2012. A secretária Cleci Jurach ressaltou que o reconhecimento da qualidade do ensino municipal é graças ao trabalho conjunto e parceria entre a secretaria municipal e o conselho. 

Pensando a Educação -  
O CME foi instituído pela lei complementar 248, de 23 de janeiro de 1991. É o órgão consultivo, deliberativo, normativo e fiscalizador do Sistema Municipal de Ensino. Para a elaboração de seus pronunciamentos (resoluções, pareceres e indicações) estabelece diálogo com a sociedade por intermédio dos representantes das entidades que o compõem e da participação nos diversos fóruns que tratam da Educação em Porto Alegre, propondo o conhecimento da realidade e a reflexão sobre esse conhecimento numa perspectiva de construção de novos cenários para o ensino no município.

Sessão de muita classe, história, arte e cultura, por HELENA MELLO

Veja aqui um relato sobre a Sessão da Classe sobre a MEMÓRIA DO EFÊMERO.

Betha Medeiros, Newton Silva, Cibele Sastre, Alice Dubina Trusz,
Maria Luiza Martini e Nádia Weber Santos durante o evento














Sessão da classe recebe os convidados com vinho e café, o que em noites mais frias já é um aconchego. A abertura do último encontro ficou por conta da coordenadora Nádia Maria Weber Santos, doutora em História da UFRGS. A primeira a falar foi Alice Dubina Trusz, também doutora em história pela UFRGS. Ela mesclou em sua pesquisa teatro, cinema, história e jornalismo. Sua pesquisa foi sobre cinema como espetáculo entre 1896 e 1908. Foi aos jornais para resgatar a história de uma época em que o cinema era novidade e que precisava acontecer junto com outras atividades como o circo, o teatro, as feiras. E, por não haver como registrar isso por meio de imagens, os jornalistas descreviam tudo detalhadamente. O cinema aparecia junto com gêneros espetaculares, como as touradas. Ela explica que não era para imaginar um cinema como o de hoje. Ela se referia a um projetor chamado Lanterna Mágica que mostrava imagens fixas. Foram 30 anos destas experiências. “Uma espécie de Power point dos dias de hoje”, disse ela, arrancando risadas da plateia. Cheia, por sinal. Mais tarde, o cinema se sedentariza. Ocupa espaços teatrais em dias determinados até 1908 quando surgem as pequenas salas legitimadas como espaço de cinema, havendo uma regularização e chegando ao que conhecemos hoje.

Platéia do Sessão da Classe: MEMÓRIA DO EFÊMERO
ao fundo a diretora de Os Reis Vagabundos, Maria Helena Lopes



Betha Medeiros inicia a sua apresentação sobre sua pesquisa do espetáculo os Reis Vagabundos comentando as relações que levam a considerações sobre o teatro falado, que leva ao corpo do ator e ao corpo criador do sé
culo XXI. Ela também recorre aos jornais e conta que pouco era guardado do material dos espetáculos, que as fotos iam parar nos setores de divulgação da imprensa. Também não escapou de outra prática da comunicação: as entrevistas. Segundo ela, estas foram gerando uma polifonia, um imenso quebra-cabeça. Fiapo, o cenógrafo do espetáculo, lembrou que não conhecia a palavra clown e que eles faziam um trabalho de improvisação como mendigos, catadores de lixo nas ruas, mas que, um dia, a diretora Maria Helena Lopes chegou nos ensaios com os “narizes” e tudo mudou. Betha não esconde a admiração que tem pela diretora (que estava presente aquela noite). Ela reforça que se tratava de uma peça sem texto e que, no entanto, provocou fortes e inesquecíveis impressões. Projeta fotos do espetáculo e a música enche a sala, mostrando a importância daqueles registros resgatados pelo seu trabalho apaixonado.
A próxima a falar é Cibele Sastre. Ela reaparece com o seu ótimo título: Nada é sempre a mesma coisa. Cibele já não fala só da notação de movimento de Laban, mas de sua apropriação. Comenta o quanto o coreógrafo ajudou no registro e difusão da coreografia, criando estes códigos para compartilhar os movimentos do corpo. Mas Cibele não se contentou com isso. Em sua pesquisa, usou este código, que até então era uma tarefa de movimento, como motor de um processo, como um dispositivo, como ela mesmo disse. Seu Power point com as imagens não funcionou. Ainda bem. Mal sabe ela o quanto foi prazeroso vê-la levantar e usar o próprio corpo para explicar do que ela estava falando. Se sua fala ainda não tinha convencido alguém, não tenho dúvida de que aqueles movimentos perfeitos, aquela consciência corporal exata e ao mesmo tempo flexível, fizeram isso.
A próxima palestrante, doutora em história, Maria Luiza Martini começa falando, emocionada, da importância da história cultural ter dado espaço para esta mistura com a arte. Recorda sua professora Sandra Pesavento e sua batalha para este reconhecimento. Ela diz que, enquanto a história está sempre se esforçando para expressar como foi, a memória é fazer aparecer o efêmero da ficção. Fala das categorias sintáticas, ou seja: quem, como, quando, onde. Aos poucos, ela vai puxando lembranças sobre os espetáculos e reforça a ideia de que para que possamos lembrar é preciso compartilhar o passado, pois a memória não vem completa. São aparições e no movimento de aproximação, elas apresentam falhas. Segundo ela, é preciso aceitar “o caráter lacunar e não ter medo de ter estas visões”. Maria Luiza segue fazendo análises sobre estes registros e diz que para saber mais detalhes precisaria encontrar outro ator que também estivesse com ela. Ela enfatiza este caráter da troca e fala em “historiografar as emoções na arte e na memória, partindo do contexto evocativo.
Newton Pinto da Silva ficou por último. Ele comenta como chegou ao Acervo de 24 programas da TVE que apresentavam espetáculos teatrais e entrevistas com os atores de 1987-1990. Intercala sua fala com pequenos trechos destes. Assim, vemos Tangos e Tragédias, A mãe da miss e o pai do Punk, Ostal, entre outros. Ele não apenas resgatou este material, mas partiu para as relações com a historiografia, usando para isso, como ele sempre gosta de frisar, os conceitos de Michel de Certeau, entre outros importantes autores. Fez um trabalho profundo selecionando, editando, reagrupando as imagens. Ele revela parte do processo para chegar aqui, partindo da seguinte pergunta: “como deixar falar estes documentos?”. A partir disso, não sem muitas dúvidas a serem solucionadas, ele criou nove categorias e elaborou um painel da cena teatral do período, onde aparece a força da estética experimental, a variedade de repertório e o hibridismo de gêneros.
Mesmo que os convidados não soubessem o quanto suas pesquisas tinham em comum, a organização foi perspicaz na reunião dos palestrantes que, apesar de não poderem se aprofundar muito devido ao tempo, tornaram a noite extremamente interessante. Todas as falas provocaram o desejo de saber mais sobre os assuntos apresentados. Assim, acho que a proposta dessa Sessão de classe não só cumpriu o seu papel como foi além.

Helena Mello
Jornalista e mestre em artes cênicas PPGAC/UFRGS

Veja todas as postagens sobre esta edição do
Sessão da Classe:MEMÓRIA DA CENA AQUI

Cineasta Claire Denis ganha retrospectiva na P. F. Gastal

De 5 a 10 de julho, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (Av. Pres. João Goulart, 551 - 3º andar) recebe a mostra Claire Denis - Um Olhar em Deslocamento, dedicada à talentosa autora do cinema contemporâneo. A abertura do evento, na terça-feira, 5, será acompanhada pessoalmente por Claire Denis, que participará de debate com o público após a exibição do filme Bom Trabalho (Beau Travail), às 19h.

Durante a semana, o público local poderá assistir a uma retrospectiva da obra da diretora francesa, que teve apenas três filmes lançados comercialmente no Brasil – Noites sem Dormir (1994), Desejo e Obsessão (2001) e Minha Terra, África (2008). Serão exibidos os onze longas-metragens de ficção realizados por Claire, todos projetados em cópias em 35 milímetros com legendas eletrônicas em português. Os ingressos custam R$ 6 para o público geral e R$ 3 para estudantes, idosos e classe artística. Confira a programação e os horários das sessões.

A mostra Claire Denis – Um Olhar em Deslocamento é realizada pela Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura (SMC), em parceria com a produtora carioca Electra e com apoio da Embaixada da França. Apoio cultural do Hotel Embaixador e dos restaurantes Pâtissier, Chez Phillipe, Lorita, Le Bistrot, Tartoni, Faro, Du Attos, Aquavit, Moeda, Santo Antônio e Fazenda Barba Negra.

A cineasta - Claire Denis nasceu em 1948 e foi criada na África. Começou sua carreira no cinema como assistente de direção de Wim Wenders e Jim Jarmusch. Em 1988, lançou seu primeiro longa-metragem, Chocolate. A trama do filme, claramente autobiográfico, acompanha o retorno de uma mulher (não por acaso chamada França) para a África, país onde passou sua infância. Em flashback, acompanhamos através dos olhos dessa menina o relacionamento entre sua mãe, seu pai e um empregado negro, revelando os traumas da herança colonialista francesa, tema que será constante ao longo de toda a filmografia da diretora.

De acordo com o coordenador de Cinema, Vídeo e Fotografia da SMC, Bernardo José de Souza, os filmes de Denis são paineis multiculturais de extrema potência, que tratam de investigar as relações humanas ao mesmo tempo em que contextualizam personagens expatriados em espaços geográficos que, por si só, exercem o protagonismo nos dramas individuais e coletivos apresentados em sua obra.

PROGRAMAÇÃO

Chocolate (Chocolat). França/Alemanha/República de Camarões, 1988, 105 minutos.
Uma jovem francesa retorna para Camarões, África, onde viveu com sua família, para contemplar e relembrar a infância. A memória mais forte é a do empregado Protée, um homem bonito, forte e inteligente, submetido às barreiras raciais existentes na África Colonial.

Dane-se a Morte (Se’en Fout la Mort). França/Alemanha, 1990, 90 minutos.
A vida de dois irmãos imigrantes do oeste da África no subúrbio de Paris. Confinados, eles preparam os animais para a briga de galo no subsolo do restaurante onde trabalham. A briga de galo serve como símbolo da vida sórdida e violenta desses dois irmãos.

USA Go Home (US Go Home). França, 1993, 58 minutos.A história de duas adolescentes, uma festa e as tensões sociais e sexuais que envolvem o evento. Um dos capítulos de uma série para a televisão francesa, Tous les Garçons et les Filles de leur Âge, que envolveu nove diretores, incluindo Denis, Olivier Assayas e André Téchine. A adolescência e a música marcante da época, em um filme quase autobiográfico, que remete ao choque cultural vivido pela diretora quando ela voltou da África e passou a viver em Paris.

Noites Sem Dormir (J’ai Pas Sommeil)
. França/Alemanha/Suíça, 1994, 110 minutos.
Uma jovem imigrante da Lituânia chega a Paris. Théo, um músico de jazz que ganha seu dinheiro através de trabalho ilícito, perdeu toda a esperança e espera voltar para a Martinica com seu filho. Seu irmão homossexual, Camile, canta em bares à noite, trabalha como michê, trafica drogas e, juntamente com seu amigo, mata senhoras velhas. Denis não está interessada em criar tensão em volta dos assassinatos, mas na cidade grande como grande mosaico sem descanso, ao mesmo tempo anônima e íntima.

Nénette e Boni (Nénette et Boni). França, 1996, 103 minutos.
Nénnette e Boni foram criados separados porque seus pais eram divorciados. Boni trabalha em uma pizzaria para um casal intrigante, quando sua irmã foge da escola e de repente reaparece. Os dois agora terão que se redescobrir.

Bom Trabalho (Beau Travail). França, 1999, 92 minutos.
O filme é um passeio coreográfico pelo campo de treinamento da Legião Francesa, no nordeste da costa africana. As imagens mostram o universo repressor e os conflituosos sentimentos do sargento Gualp. Livremente baseado na novela Billy Budd, de Herman Melville.

Desejo e Obsessão (Trouble Every Day). França/Alemanha/Japão, 2001, 101 minutos.

Shane e June são um perfeito casal americano em lua de mel em Paris na tentativa de reconstruir uma vida nova. Secretamente, Shane começa a frequentar uma clínica médica que trata da libido humana e se deixa levar por perigosos impulsos sexuais.

Sexta-feira à Noite (Vendredi Soir)
. França, 2002, 90 minutos.
Laure está em mudança para morar com seu namorado. Ela entra no carro e fica presa no trânsito por horas. Sem pressa, ela observa o caos da cidade de Paris e oferece carona para um estranho, Jean, com quem vai passar uma noite.

O Intruso (L’intrus). França, 2004, 130 minutos.
Louis Trebor, um homem de 70 anos, mora sozinho com seus cachorros em uma floresta entre a França e a Suíça. Ele precisa de um transplante de coração e vai até o Taiti procurar o filho que abandonou há muitos anos.

35 Doses de Rum (35 Rhums). França/Alemanha, 2008, 100 minutos.
O filme mostra o relacionamento entre um pai viúvo e sua jovem filha no subúrbio de Paris, habitado principalmente por negros e descendentes árabes. Uma homenagem ao cinema de Yasujiro Ozu, na qual Denis faz uma releitura do clássico Pai e Filha, uma das obras-primas do diretor japonês.

Minha Terra, África (White Material)
. França/República de Camarões, 2009, 106 minutos.
Em um país africano não definido e ameaçado constantemente por rebeliões, vive Maria, mulher branca que se nega a abandonar o local e deixar para trás sua plantação de café. André, ex-marido e pai de seu filho, teme pela vida de Maria e passa a arquitetar um plano de fuga para a França, sem desconfiar que não seria tão simples quanto pensava.

GRADE DE HORÁRIOS
5 a 10 de julho

5 de julho (terça-feira)
15h – Noites Sem Dormir (J’ai Pas Sommeil)
17h – Chocolate (Chocolat)
19h – Bom Trabalho (Beau Travail), seguido de conversa com a diretora Claire Denis (entrada franca)

6 de julho (quarta-feira)
15h – O Intruso (L’intrus)
17h30 – Nénette e Boni (Nénette et Boni)
19h30 – 35 Doses de Rum (35 Rhums)

7 de julho (quinta-feira)

15h – Sexta-feira à Noite (Vendredi Soir)
17h – Desejo e Obsessão (Trouble Every Day)
19h – Minha Terra, África (White Material)

8 de julho (sexta-feira)
15h – Minha Terra, África (White Material)
17h – Dane-se a Morte (Se’en Fout la Mort)
19h – O Intruso (L’intrus)

9 de julho (sábado)
15h – USA Go Home (US Go Home)
17h – Chocolate (Chocolat)
19h – Bom Trabalho (Beau Travail)

10 de julho (domingo)

15h – 35 Doses de Rum (35 Rhums)
17h – Noites Sem Dormir (J’ai Pas Sommeil)
19h – Nénette e Boni (Nénette et Boni)

Solenidade celebra 20 anos do Conselho de Educação

 

PREZADOS DO CONSELHO DE EDUCAÇÃO;

PARABÉNS A TODOS, HOJE REPRESENTARÁ O CONSELHO DE CULTURA NA HOMENAGEM  O VICE-PRES LUIS ANTONIO MARTINS PEREIRA.

 

Os 20 anos da posse da primeira gestão do Conselho Municipal de Educação (CME/POA), completados em 24 de maio, serão comemorados nesta quinta-feira, 30. Com a presença do prefeito José Fortunati, da secretária municipal de Educação Cleci Jurach e da presidente do CME/POA Regina Scherer, o evento acontece no Salão Nobre do Paço dos Açorianos, às 10h30.

Também estarão presentes conselheiros que já integraram o CME/POA, incluindo os integrantes mais recentes, empossados em maio. Os conselheiros e ex-conselheiros, além do prefeito e da secretária, serão homenageados com a entrega de bóton e selo comemorativos ao aniversário.

Segundo Regina Scherer, o evento tem papel principalmente afetivo. "O objetivo é dar visibilidade aos atuais e antigos integrantes do Conselho, valorizando e agradecendo a eles, que dedicam tempo além das suas obrigações para pensar em melhorias para a educação na cidade", afirma.

CME – Instituído pela Lei Complementar número 248, de 23 de janeiro de 1991, é o órgão consultivo, deliberativo, normativo e fiscalizador do Sistema Municipal de Ensino. Para a elaboração de seus pronunciamentos (resoluções, pareceres e indicações), estabelece diálogo com a sociedade local por intermédio dos representantes das entidades que o compõem e da participação nos diversos fóruns que tratam da educação em Porto Alegre, propondo o conhecimento da realidade e a reflexão sobre esse conhecimento numa perspectiva de construção de novos cenários para o tema no município. 

 

Guimarães Presidente  Conselho Municipal de Cultura
F: 3026.6777 / 9987.5880
Twitter Guimarães:http://twitter.com/notas_guimaraes
Blog Conselho POA:http://cmcpoa.blogspot.com


Conheça os palestrantes do seminário deste sábado



Sábado é dia de acordar cedinho, vestir um casaco bem quente e vir se aconchegar no Teatro Renascença para assistir às palestras do seminário Livros que abalaram o mundo - Módulo II. Nesse primeiro encontro, as obras apresentadas serão A Peste, de Albert Camus, e Vinte poemas de amor, de Pablo Neruda. Conheça os convidados desta manhã:

Ariel Schettini é poeta, ensaista, licenciado em Letras e professor daUniversidad de Buenos Aires. Além disso, é membro honorário da Universidad de Iowa. Publicou dois livros de poemas: Estados Unidos e La Guerra Civil, e El genio de la lengua. Trabalha como tradutor e como crítico cultural de diversos meios jornalísticos da Argentina.


Regina Zilberman é professora da UFRGS, vinculada ao Setor de Literatura Portuguesa e Luso-Africanas, além de orientadora de mestrado e doutorado, e uma das maiores especialistas em literatura infanto-juvenil no Brasil. É também doutora em Romanística pela Universidade de Heidelberg, Alemanha, com pós-doutorado na Brown University, Estados Unidos. Possui mais de vinte livros publicados e premiados na área pedagógica e educacional. Entre suas premiações está o primeiro lugar no Prêmio Açorianos 1997 de Ensaios Literários, com o livro A Formação da Leitura no Brasil.


Mediador:
Luiz Gonzaga Lopes

29 de junho de 2011

Casa M recebe ícone do cinema do século XX

Kenneth Anger conversa com o público sobre sua obra, em exposição na Usina do Gasômetro

A Casa M, espaço cultural da 8ª Bienal do Mercosul, recebe na próxima quinta-feira, dia 30 de junho, às 19h, o cineasta norte-americano Kenneth Anger para uma conversa com o público.

Anger vem a Porto Alegre para a abertura de sua exposição, organizada pela Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura, que inaugura no dia 01 de julho, no mezanino da Usina do Gasômetro. A curadora da exposição, Susanne Pfeffer, também vai participar do bate-papo.

Frequente colaborador da banda Rolling Stones (sendo o inspirador do hit Sympathy for the Devil), Kenneth Anger é o mais cultuado dos cineastas norte-americanos de vanguarda. Famoso pelas delirantes imagens de seus clássicos filmes experimentais (Scorpio Rising, Fireworks, Lucifer Rising), Anger influenciou diretores como Gus Van Sant, David Lynch e Rainer Werner Fassbinder e, segundo Martin Scorsese, este “artista de extraordinária imaginação” é um dos nomes “mais assombrosos e secretos do cinema americano”.


Conversa com Kenneth Anger e Susanne Pfeffer

Dia 30 de junho, quinta-feira, às 19h.

Entrada Franca

Casa M – Rua Fernando Machado, 513


Além da Casa M, a Coordenação de Cinema, contou com valiosos apoiadores, que tornaram possível a montagem da Mostra e a vinda de Kenneth a Porto Alegre.
Nosso especial agradecimento a eles:

Hotel Embaixador
Casa Valduga
Lonas e Lonitas
MAC

Pâtissier
Suzanne Marie
Aninha Comas
Santo Antônio
Atelier de Massas
Copacabana
Moeda
Pueblo
Tartoni
Palermo
Le Bistrot
Faro
Gambrinus
Ocidente
Aquavit
13:52 29/06/2011, noreply@blogger.com (Sala P F Gastal), Sala de Cinema P. F. Gastal
Kenneth Anger conversa com o público sobre sua obra, em exposição na Usina do Gasômetro

A Casa M, espaço cultural da 8ª Bienal do Mercosul, recebe na próxima quinta-feira, dia 30 de junho, às 19h, o cineasta norte-americano Kenneth Anger para uma conversa com o público.

Anger vem a Porto Alegre para a abertura de sua exposição, organizada pela Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura, que inaugura no dia 01 de julho, no mezanino da Usina do Gasômetro. A curadora da exposição, Susanne Pfeffer, também vai participar do bate-papo.

Frequente colaborador da banda Rolling Stones (sendo o inspirador do hit Sympathy for the Devil), Kenneth Anger é o mais cultuado dos cineastas norte-americanos de vanguarda. Famoso pelas delirantes imagens de seus clássicos filmes experimentais (Scorpio Rising, Fireworks, Lucifer Rising), Anger influenciou diretores como Gus Van Sant, David Lynch e Rainer Werner Fassbinder e, segundo Martin Scorsese, este “artista de extraordinária imaginação” é um dos nomes “mais assombrosos e secretos do cinema americano”.


Conversa com Kenneth Anger e Susanne Pfeffer

Dia 30 de junho, quinta-feira, às 19h.

Entrada Franca

Casa M – Rua Fernando Machado, 513


Além da Casa M, a Coordenação de Cinema, contou com valiosos apoiadores, que tornaram possível a montagem da Mostra e a vinda de Kenneth a Porto Alegre.
Nosso especial agradecimento a eles:

Hotel Embaixador
Casa Valduga
Lonas e Lonitas
MAC

Pâtissier
Suzanne Marie
Aninha Comas
Santo Antônio
Atelier de Massas
Copacabana
Moeda
Pueblo
Tartoni
Palermo
Le Bistrot
Faro
Gambrinus
Ocidente
Aquavit

LITERATURA PARA ALÉM DA OBRIGAÇÃO

 
Manuelzão e Miguilim é uma obra composta por duas narrativas: Campo Geral, que conta a história do menino Miguilim, e Uma História de Amor, que conta os preparativos para uma festa e a própria festa, idealizada por Manuelzão, para consagrar uma capela por ele construída.

Publicada por João Guimarães Rosa em 1956, na obra intitulada Corpo de Baile, Campo Geral é uma narrativa profundamente lírica, onde o autor apresenta toda a sua habilidade em recriar o mundo pela perspectiva de uma criança.

Em 2007, uma co-produção entre a brasileira Tambellini Filmes e a francesa Gloria Films, sob direção de Sandra Kogut, produziu o filme Mutum, inspirado na história de Miguilim.

Mutum quer dizer mudo. Mutum é uma ave negra que só canta à noite. E Mutum é também o nome de um lugar isolado no sertão de Minas Gerais, onde vivem Thiago (Miguilim) e sua família. Thiago tem dez anos e é um menino diferente dos outros. É através do seu olhar que enxergamos o mundo nebuloso dos adultos, com suas traições, violências e silêncios. Ao lado de Felipe (Dito), seu irmão e único amigo, Thiago será confrontado com este mundo, descobrindo-o ao mesmo tempo em que terá de aprender a deixá-lo.

Já a narrativa de Uma Estória de Amor revela um protagonista em sua velhice que, sério, contido e mais distanciado, vai revelando aos poucos o espaço físico que o cerca e os traços das pessoas que com ele convivem durante os preparativos e os três dias de sua festa. Um dado interessante é que o personagem de Manuelzão foi inspirado em uma pessoa real, o vaqueiro Manuel, que conviveu com o escritor na época em que era capataz das boiadas do fazendeiro Chico Moreira, primo de Guimarães Rosa, tendo lhe servido como guia pelo sertão adentro, para que o escritor anotasse histórias.


Guimarães Rosa (1908 - 1967) , que foi médico, soldado e diplomata, costuma atribuir a origem de suas histórias aos fatos de sua vida: “como médico conheci o valor do sofrimento; como rebelde, o valor da consciência; como soldado, o valor da proximidade da morte”. Assim, os rudes sertanejos de suas obras refletem de forma peculiar e extremamente sutil os grandes dramas metafísicos e existenciais da humanidade.



Exposição reúne premiados no Açorianos de Artes Plásticas

Foto: Guimarães/Divulgação PMPA
Entrega do V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas foi em 10 de maio
Entrega do V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas foi em 10 de maio
Os artistas premiados no V Açorianos de Artes Plásticas, entregue em maio, apresentam suas obras em mostra coletiva na Sala Aldo Locatelli do Paço Municipal (Praça Montevidéu, 10), a partir de amanhã , 30.Os trabalhos ficam expostos até 12 de agosto, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h. O prefeito José Fortunati participa da abertura da mostra nesta quinta-feira, às 18h30.
O Prêmio Açorianos de Artes Plásticas visa a valorizar e incentivar artistas e instituições que atuam para o desenvolvimento da produção artística em Porto Alegre. Neste quinto ano, além de inserir a categoria Acervo e Memória, o prêmio homenageou os 50 anos do Atelier Livre da Prefeitura, instituição única em seu perfil no Brasil.Nesta exposição, estarão reunidos alguns dos trabalhos que se destacaram na produção plástica em Porto Alegre em 2010.

Premiados:Destaque em Pintura: Gelson Radaelli, com a exposição “Tormenta” na Galeria Iberê Camargo
Destaque em Escultura: Chico Machado, com a exposição “Dispositivos Sônicos” no Museu do Trabalho
Destaque em Desenho: Rogério Severo, com a exposição “Linhas de espera” no Porão Paço Municipal
Destaque em Gravura: Rafael Pagatini, com a exposição “Interiores” no Studio Clio e “Brumas”no Instituto Goethe
Destaque em Fotografia: Martin Streibel, com a exposição “Partículas” na Galeria Iberê Camargo no MARGS
Destaque em Mídias Tecnológicas: Bruno Borne, com “Seção invertida” na Galeria Lunara na Usina do Gasômetro
Melhor Exposição Individual: Martin Streibel, com a exposição “Partículas” na Galeria Iberê Camargo no MARGS
Melhor Exposição Coletiva: Convivências - Dez Anos da Bolsa Iberê Camargo na Fundação Iberê Camargo
Artista Revelação: Rafael Pagatini, com a exposição “Interiores” no Studio Clio e “Brumas”no Instituto Goethe
Destaque de espaço institucional, público ou privado, de divulgação artística: Atelier Subterrânea
Destaque em Projeto Alternativo de Produção Plástica: Videos Arte, nos jardins do DMAE
Destaque em Textos, Catálogos e Livros Publicados: Livro “Obras e Escritos”- Heloísa Schneiders da Silva, org. Mônica Zielinsky
Destaque em Curadoria: Maria Helena Bernardes e André Severo, exposição “Horizonte Expandido” no Santander Cultural
Patrocínio e/ou apoio a eventos ligados às artes plásticas: Koralle
Destaque em Acervo/ Memória: Henrique Fuhro no MARGS
Artista Destaque Especial do Ano (Prêmio no valor de 8 mil reais): Martin Streibel
Prêmio Especial do Juri: Yeddo Titze
Prêmio Incentivo (Prêmio no valor de 2 mil reais): Rafael Pagatini
 

Plano Municipal do Livro e Leitura faz primeira reunião

O grupo de trabalho que deverá diagnosticar as diretrizes do Plano Municipal do Livro e Leitura (PMLL) inicia as reuniões quarta-feira, 29, às 19h, na sede da Associação Nacipaz (Estrada Martin Félix Berta, 2355 – bairro Mário Quintana) - telefone (51) 3387-0134.

Aberta ao público, esta é a primeira de uma série de nove reuniões que antecedem as quatro conferências temáticas sobre as questões do livro e leitura que nortearão o plano. O PMLL está em atividade permanente desde sua regulamentação pelo Decreto nº 17.010, de 29 de março de 2011. Acompanhe as reuniões do PMLL no site www2.portoalegre.rs.gov.br/pmll, clicando na seção "Participe".

Bienal de Veneza foi tema de encontro no Atelier Livre

O Atelier Livre da Secretaria Municipal da Cultura recebeu terça-feira, 28, o produtor cultural Flávio Gil, que ministrou uma palestra abordando a história da Bienal de Artes de Veneza, na Itália, que é realizada desde 1895 e uma das mais renomadas no mundo.

Gil trouxe para discussão conquistas e conflitos que marcaram o evento, onde curadorias, artistas e obras de arte colaboraram para consolidação da mostra. Também foi abordada a proposta curatorial da 54ª edição que acontece neste ano.

Aprovado regimento interno do Conselho Municipal da Juventude

Foto: Guilherme Meditsch/Divulgação PMPA
Votação teve presença da maioria das entidades que compõem a entidade Votação teve presença da maioria das entidades que compõem a entidade
O Conselho Municipal da Juventude (CMJ) aprovou, por unanimidade, o Regimento Interno do colegiado. A votação ocorreu no final da tarde de terça-feira, 28, na sede da ONG Parceiros Voluntários com a presença da maioria das entidades que compõem a entidade.
A partir da aprovação do documento, o CMJ já poderá avançar à próxima etapa, que é a eleição para a mesa diretora, composta por um presidente, um vice-presidente e um secretário-executivo. Uma comissão eleitoral, composta por três conselheiros, foi formada para organizar o pleito: Vinícius Marques Alves (Secretaria Municipal da Educação), Pedro Igor Chaves (Umespa) e Flaviana Santos de Paiva (Unegro). Em até 45 dias será eleito o primeiro presidente do CMJ, que terá mandato de 12 meses.
Segundo o secretário municipal da Juventude, Luizinho Martins, com a aprovação do regimento, mais um passo foi dado para melhorar o atendimento aos jovens da Capital. “A partir de agora, o Conselho Municipal da Juventude conta com regras claras, com o intuito de atender às demandas da juventude de Porto Alegre como, por exemplo, propor projetos de lei aos vereadores da Capital. Ainda há muito que fazer, mas estamos evoluindo para dar ainda mais qualidade aos jovens”, finaliza.

Exposição Dias Claros e Azuis no Paço Municipal

A abertura da exposição Dias Claros e Azuis acontece no dia 7 de julho (quinta-feira), das 19h às 21h, no Porão do Paço Municipal (Praça Montevidéo, 10). O período para visitações inicia no dia 8 (sexta-feira) e termina no dia 5 de agosto. Os horários de visitação são de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h.

 Visualizar o cartaz

Guilherme Dable, Artista Plástico
(Com trechos de Manoel de Barros)

“Percepção requer envolvimento”, Antoni Muntadas escreveu em um ponto pouco evidente de um centro comercial em Porto Alegre. E envolvimento pede contemplação, talvez também uma alternância entre foco e devaneio, por mais discrepante que isso possa soar. Acredito que é o olhar descompromissado com as categorias que nos faz enxergar de fato as coisas como elas são - ou melhor, nas suas potencialidades, nos fazendo exercitar a capacidade de desinventar objetos. O diálogo que Helena e Taís apresentam aqui exercita a desinvenção através de séries. Repetir repetir – até ficar diferente. Dando ao muro função de não reter, não bloquear. O muro, concreto e tinta, vira transparência e filtro de cor. Vira aquarela, vira estudo de vitral. O jogo de Helena parece ser com a opacidade da pintura, ofício que lhe é caro, mas em dissolver a materialidade, em questionar a dureza da matéria ao nos apresentar suas imagens em transparências suspensas. Do outro lado, nas imagens de Taís, o vitral é base para a passagem da luz – a luz, o grande problema da pintura – que se projeta, colorida e em desenhos efêmeros, em um espelho d’água, um vidro mole. E que Taís nos apresenta, finalmente, na opacidade do papel fotográfico, como se precisasse reter a efemeridade dos ondulares em algo confiável, algo sólido. Robert Irwin disse que ver é esquecer o nome das coisas, como Helena e Taís nos convidam a fazer, com seus jogos de desinvenção de imagens. E, talvez, quando nos damos por conta, estamos envolvidos.
Realização: Coordenação de Artes Plásticas da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre

46 anos de Help!


Help, I need somebody
Help, not just anybody
Help, you know I need someone, help!



Quem nunca ficou cantarolando esses versos da clássica canção Help!, dos Beatles? Essa famosa canção composta por John Lennon e Paul McCartney foi lançada num álbum homônimo e também batizou o filme Help!, que hoje completa 46 anos de lançamento.Um clássico imperdível para aqueles que são fãs do quarteto de Liverpool, o filme foi filmado em Londres, nas Bahamas e nos Alpes Suíços, e tem como enredo uma perseguição aos integrantes da banda devido a um anel usado por Ringo.
Embora o filme não tenha sido bem visto pela a crítica da época, sua importância na carreira dos Beatles e na história da música é incontestável.Para quem já conhece e é fã de carteirinha dá banda, e para quem não conhece muito e deseja saber um pouco mais, a CLL indica livros que contam a história do quarteto de Liverpool e de suas canções.

Biografias

O Pequeno Livro dos Beatles, de Herve Bourhis (Conrad do Brasil, 168 páginas, R$44,90)


Beatles – Uma Biografia Ilustrada, de Tim Hill (Larousse do Brasil, 224 páginas, R$39,90)

Can’t Buy Me Love, de Jonathan Gould (Larousse do Brasil, 752 páginas, R$99,00)

Histórias das Canções

The Beatles – Letras e Canções Comentadas, de Elaine de Almeida Gomes (Leia Sempre, 800 páginas, R$96,00)
The Beatles – A História por Trás de Todas as Canções, de Steve Turner (Cosac Naify, 384 páginas, R$49,00)

The Beatles – Gravações Comentadas e Discografia Completa, de Jeff Roussell (Larousse do Brasil, 496 páginas, R$59,90)


O Beatle Paul McCartney já foi tema de um post no nosso blog quando esteve em Porto Alegre na turnê Up and Coming Tour.


Nova atração do Festival de Inverno


 
A programação do Festival de Inverno deste ano foi contemplada com mais uma palestra: Los Estilos Fundamentales del Tango, ministrada pelo maestro argentino Ignácio Varchausky. O contrabaixista é diretor artístico da Orquesta Escuela de Tango Emilio Balcarce, mantida pelo Ministério da Cultura de Buenos Aires, e fundador da Orquestra El Arranque. Sua palestra acontecerá na Sala Álvaro Moreyra dia 29 de julho, às 17h.

Ignácio Varchausky já gravou seis cds com a Orquesta El Arranque, com a qual já percorreu mais de 200 cidades dos EUA, Europa e Japão. Como produtor, já realizou mais de 20 discos junto a artistas como Gustavo Beytelmann, Julio Pane, Néstor Marconi, Bibi Ferreira, Lidia Borda y Vale Tango.

Ignácio também é fundador da Associação Civil sem fins lucrativos TangoVia Buenos Aires, que reúne artistas, pesquisadores, produtores e instituições culturais para a preservação, desenvolvimento e promoção do tango. A Associação trabalha também para recuperar materiais históricos, como partituras, filmes, músicas, entre outros, que estão ligados ao gênero.

Fantástico Mundo das Bibliotecas - Biblioteca George Peabody

 

A Biblioteca George Peabody, da cidade de Baltimore, Maryland - EUA, data da fundação do Instituto Peabody, em 1857. Nesse ano, George Peabody, um filantropo nascido em Massachusetts, dedicou o Instituto Peabody para os cidadãos de Baltimore como agradecimento a sua gentileza e hospitalidade.

O Instituto Peabody é composto por uma biblioteca pública, um auditório para palestras, um conservatório de música e uma coleção de arte. O Instituto é hoje uma divisão da The Johns Hopkins University.


O edifício da Biblioteca, que foi inaugurado em 1878, é reconhecido pela sua impressionante arquitetura interior. A Sala Stack Peabody contém cinco camadas de rochas ornamentais em ferro fundido e varandas que se elevam de forma dramática para a clarabóia, à 18,6m acima do piso.

A biblioteca é composta por uma coleção de referência contendo mais de 300.000 títulos, a maioria dos quais datam do período entre os séculos XVIII e XX. Entre as áreas mais importantes estão as coleções de arte, arqueologia e arquitetura britânica, história britânica e americana, biografia, literatura inglesa e americana, línguas românicas e da literatura, clássicos gregos e latinos, história da ciência, geografia, além de livros sobre exploração e viagens, incluindo uma grande mapoteca.


Sala de Leitura

Regina Zilberman é professora da UFRGS, vinculada ao Setor de Literatura Portuguesa e Luso-Africanas, além de orientadora de mestrado e doutorado, e uma das maiores especialistas em literatura infanto-juvenil no Brasil. É também doutora em Romanística pela Universidade de Heidelberg, Alemanha, com pós-doutorado na Brown University, Estados Unidos. Possui mais de vinte livros publicados e premiados na área pedagógica e educacional. Entre suas premiações está o primeiro lugar no Prêmio Açorianos 1997 de Ensaios Literários, com o livro A Formação da Leitura no Brasil.

Regina ministrará a palestra sobre o livro A Peste, de Albert Camus, no seminário Livros que abalaram o mundo - Módulo II deste sábado.


O que está lendo?
Regina Zilberman - Estou lendo um livro do Affonso Romano de Sant'Anna, intitulado Ler o mundo (Global Editora, 248 páginas, R$ 39,00).

O que está escrevendo?
Regina Zilberman - Estou trabalhando em um livro que se chamará Nova História da Literatura Infanto-Juvenil Brasileira.

E o que recomenda para leitura?
Regina Zilberman - Eu recomendo As três vidas, do João Tordo (Língua Geral, 608 páginas, R$ 49,00).

O Mundo Árabe Contemporâneo no Festival de Inverno


 

No dia 17 de dezembro de 2010, na Tunísia, um jovem vendedor ambulante que protestava pelo confisco de suas mercadorias pela polícia ateou fogo no próprio corpo. Esse episódio, que gerou um movimento contra o desemprego e o custo de vida naquele país, foi o estopim da chamada "primavera árabe", que derrubou os presidentes tunisiano e egípcio e tem provocado crises na Líbia, Síria, Iêmen e Bahrein.

Seis meses após o início dos conflitos, aquilo que parecia ser um pequeno passo para a consolidação da democracia no Oriente Médio transformou-se em uma série de intensas e violentas revoltas. Acompanhados de graves crises econômicas, os conflitos seguem rumos muito diferentes em casa um dos países, o que torna o futuro ainda mais incerto.

Para debater o cenário do Mundo Árabe Contemporâneo, a Secretaria de Cultura traz para o 6º Festival de Inverno dois convidados que ministrarão um curso durante os dias 25, 26, 27 e 28 de julho, no Teatro Renascença:


Analúcia Danilevicz Pereira
Doutora em História pela UFRGS e Especialista em Processos de Integração na Ásia, Europa e América Latina pela Universiteit Leiden - Holanda. Além de é professora do Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos Internacionais da UFRGS, Analúcia realiza atividades de ensino e pesquisa na área de História e de Relações Internacionais, especialmente em História Mundial Contemporânea, Relações Internacionais Contemporâneas (ênfase em África e Ásia) e Política Externa Brasileira. Entre suas obras publicadas estão História do Mundo Contemporâneo e A Política Externa do Governo Sarney

Paulo Vizentini

Professor de Relações Internacionais da UFRGS. Pós-doutorado em Relações Internacionais pela London School of Economics, Doutor em História Econômica pela USP e Mestre em Ciência Política pela UFRGS. Coordena o Centro de Estudos Brasil-África do Sul. Consultor do Ministério das Relações Exteriores. Sua especialidade: História Mundial Contemporânea, Relações Internacionais Contemporâneas e Política Externa Brasileira. É autor de "
A política externa do Regime Militar brasileiro: multilateralização, desenvolvimento e a construção de uma potência média e Descompasso entre as Nações.
 
 
 

Inscrições abertas para os cursos do Festival de Inverno

Você já pode se inscrever nos cursos e palestras do Festival de Inverno 2011.

As inscrições podem ser feitas na Coordenação do Livro e Literatura (Av. Erico Verissimo, 307 – subsolo da Biblioteca), de segunda a sexta-feira, das 10h às 12h e das 14h às 17h. Nas quartas-feiras teremos horário especial, estendendo o atendimento até às 20h.

Cursos – R$20,00

O MUNDO ÁRABE CONTEMPORÂNEO
Analúcia Danilevicz Pereira e Paulo Vizentini
25, 26, 27 e 28 de julho – de segunda a quinta-feira
9h às 10h30
Teatro Renascença

OFICINA DE CONTO
Alcy Cheuiche
25, 26, 27, 28 e 29 de julho – de segunda a sexta-feira
9h às 10h30
Sala Álvaro Moreyra

O AMOR NA POESIA BRASILEIRA
Affonso Romano de Sant’Anna
26, 27 e 28 de julho – de terça a quinta-feira
10h30 às 12h
Teatro Renascença

OFICINA DE CRÔNICA
Walter Galvani
25, 26, 27, 28 e 29 de julho – de segunda a sexta-feira
10h30 à 12h
Sala Álvaro Moreyra

SIMÕES LOPES NETO E A GAUCHESCA
Luís Augusto Fischer
25, 26, 27, 28 e 29 de julho – de segunda a sexta-feira
14h às 15h30
Sala Álvaro Moreyra

A ÓPERA EM QUATRO PARTES
Tatata Pimentel
25, 26,27 e 29 de julho – de segunda a quarta-feira e sexta-feira
15h30 às 17h
Sala Álvaro Moreyra

BRASIL DE 1954 - 1964
Voltaire Schilling
26, 27 e 28 de julho – de terça a quinta-feira
17h às 18h30
Sala Álvaro Moreyra

FELICIDADE?
Marcia Tiburi
25, 26, 27 e 28 de julho – segunda a quinta-feira
18h30 às 20h
Sala Álvaro Moreyra

50 ANOS DA LEGALIDADE
25 de julho: Paulo Markun e Duda Hamilton – segunda-feira
26 de julho: Juremir Machado – terça-feira
27 de julho: Gunter Axt – quarta-feira
28 de julho: Ricardo “Kadão” Chaves –quinta-feira
20h às 21h30
Sala Álvaro Moreyra

Palestras – R$5,00


50 ANOS A MIL
Lobão
25 de julho – segunda-feira
15h
Teatro Renascença

MÚSICA, POESIA E DINÂMICAS PARA COMPOSIÇÃO
Arnaldo Antunes
27 de julho – quarta-feira
15h
Teatro de Câmara Túlio Piva

Atividade gratuita – com distribuição de senhas 1h antes.

CAIO F.: 15 ANOS DEPOIS
25 de julho (segunda-feira): Teatro e Jornalismo
Luciano Alabarse e Juarez Fonseca
26 de julho (terça-feira): Astrologia e Amizade
Amanda Costa e Déa Martins
19h às 21h
Teatro Renascença

PROMOÇÃO!
Ao se inscrever em três cursos, você poderá escolher GRATUITAMENTE outro curso (as palestras não estão incluídas nessa promoção). A inscrição gratuita deverá ser escolhida no ato da inscrição dos demais cursos.

Jardim Carvalho define motes para o 5º Congresso da Cidade


Moradores, atores sociais e comerciantes do bairro Jardim Carvalho realizaram na noite de ontem, 27, mais uma reunião da Etapa Bairros do 5º Congresso da Cidade. O encontro foi na Associação Herophilo Azambuja (rua Viuvinha, 275).

Os participantes definiram os motes: revitalização ambiental; qualificação da segurança; ações de saúde e assistência e qualificação profissional para jovens e adultos. Foi priorizada uma parceria com as lojas de material de construção para a revitalização de praças e áreas públicas do território.

Jardim Carvalho:
O bairro pertence à região do Orçamento Participativo 3 Leste e tem 25.161 habitantes, representando 1,85% da população do município. Com área de 4,02km², representa 0,84% da área de Porto Alegre, sendo sua densidade demográfica de 6.258,96 habitantes por km². A taxa de analfabetismo é de 4,4% e o rendimento médio dos responsáveis por domicílio é de 6,2 salários mínimos. Fonte: Prefeitura de Porto Alegre e IBGE- Censo 2000.

Workshop Flymoon

AULAS E OFICINAS Não deixe o frio vencer!

O MEME conta com sala climatizada para você enfrentar o inverno e realizar oficinas ministradas diariamente para cuidar do seu corpo e seu espírito. Dança contemporânea, folclórica e de salão, Pilates, Yoga e Arte Circense são algumas sugestões para não deixar o frio atrapalhar a sua boa disposição! E depois, nada melhor do que saborear uma bebida quentinha com as delícias do Baru Café! Atendimento do café é das 16h às 23h, de segunda a sábado. Aceitamos Visa e Mastercard. Ambiente Wi-fi. Consulte as opções de pagamento e horários das aulas na secretaria.

Piano Café
Aulas individuais de piano

com Mariana Brandão
Segunda, quarta e quinta, 9h às 11h
Valor: 40,00 reais/aula
Aulas individuais de piano no MEME Santo de Casa Estação Cultural.

Dança Contemporânea, Improvisação e Performance
com Carla Vendramin

Segundas, Quartas e Sextas, das 12h às 13h30
1 aula semanal 105,00, 2 aulas 135,00

Alongamento e Condicionamento Físico
com Paulo Guimarães (Laco)

Terças e quintas, 19h30 às 20h30
1 aula semanal 105,00, 2 aulas 135,00
Arte Circense
com Diego Esteves

Segundas: 20h30 às 22h30
Quartas e sextas: 20h às 22h
1aula semanal 105,00; 2 aulas 135,00; 3 aulas 165,00O objetivo das aulas é proporcionar uma vivência de técnicas circenses e o reconhecimento do universo lúdico do circo. Explorar e desenvolver as potencialidades do corpo através de um passeio por técnicas de acrobacias de solo e aéreas, malabarismos e equilíbrios. Indicado para todas as idades, esta atividade é recomendada para pessoas interessadas em desenvolver a concentração e adquirir maior consciência.
Dança de Salão
com Guilherme Biegler

Sextas, 18h30 às 20h
Valores: Casal: 150,00 reais / Individual: 85,00
Conteúdos e ritmos: musicalidade, condução do cavalheiro e resposta da dama, deslocamento no salão, postura, passos básicos e figuras de nível iniciante de Bolero, Forró e Samba de Gafieira.
Dança Étnica Criativa
com Roberta Campos

Quartas, das 18h30 às 20h
Valor: 105,00
Aulas de dança trabalhando alongamento, expressão pessoal, processos criativos individuais e em grupo com o objetivo de facilitar a consciência corporal, o condicionamento físico, a vivência artística e o bem estar em geral. O conteúdo das aulas vai desde exercícios preparatórios para força, equilíbrio, coordenação e ritmo até as proposições baseadas na técnica da Dança do Ventre e fusões (abordando aspectos das danças de matrizes africanas e do flamenco).
Tantra Yoga
Cristina Olmedo

Terças e Quintas, 8h15 às 9h15
1aula semanal: 105,00; 2 aulas: 135,00
Formação direcionada para Tantra Yoga. Tantra significa literalmente expansão para liberação. As técnicas do tantra buscam a expansão do indivíduo e o desenvolvimento de suas potencialidades interiores. Vydia Tantra é praticado para alcançar a auto-realização, estimular a compaixão, o amor e a benevolência. Nas aulas são realizados alongamentos, posturas, auto-massagem, relaxamento e meditação.

Turmas de dança de salão


Hoje: Observatório na programação da Casa M


Bienal do MercosulO poeta e músico Álvaro Santi, coordenador do Observatório da Cultura, o físico do Observatório Astronômico da UFRGS Cláudio Bevilacqua e a artista plástica Elaine Tedesco, que em 2010 reconstruiu seu Observatório de Pássaros em Paris, participam da conversa em torno de noções como observar, investigar, contemplar, estudar, rastrear, etc. O encontro faz parte da programação prévia à Bienal do Mercosul, e acontece hoje na Casa M, às 19h. Entrada franca.

Debate: "Economia, políticas culturais e desenvolvimento"


Curso: Leis de Incentivo e Formatação de Projetos


A MECENAS CULTURA oferece, em agosto, mais uma edição do curso de LEIS DE INCENTIVO À CULTURA E FORMATAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS, com os professores Adriana Donato e Daniel Bender. O curso tem apoio do Santander Cultural. Maiores informações por e-mail ou no site da Mecenas: