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Justiça cassa mandato do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre

A decisão do juiz José Antonio Coitinho, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, em Mandado de Segurança impetrado p...

31 de março de 2016

Preparativos para segunda edição do #vempromate #pelapazmundial


O desafio virtual #vempromate #pelapazmundial realiza sua segunda edição de 16 a 24 de abril. A iniciativa tem por objetivo comemorar o Dia do Chimarrão, dia 24 de abril, em seus aspectos de amizade e hospitalidade.

Na prática, o internauta publica uma foto mateando, com as hashtags #vempromate #pelapazmundial na mídia social de sua escolha, e chama seus amigos a se juntarem à roda virtual de chimarrão. No ano passado o desafio teve mais de 15 mil participantes, a grande maioria do Rio Grande do Sul, mas também do exterior, onde as iniciativas foram capitaneadas principalmente pelos Centros de Tradição Gaúcha.

Os organizadores são o Movimento Tradicionalista Gaúcho, Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, Instituto Escola do Chimarrão, Comissão Gaúcha de Folclore e Estância da Poesia Crioula.

Fonte: Sandra Veroneze
Assessoria de Imprensa do MTG

18 de março de 2016

Seleção do Projeto Quartas na Dança 2016





O Centro Municipal de Dança divulga o resultado da seleção do Projeto Quartas na Dança 2016. Integraram a comissão de seleção: o bailarino e coreógrafo Diego Esteves; representante da ASGADAN, Marlise Machado; representante do Centro de Dança, Airton Tomazzoni, no Centro Municipal de Cultura.

Selecionados Quartas na Dança 2016

COTIDIANO URBANO – Restinga Crew
FLAMENCO IN PROGRESS – Grupo Silvia Canarim
ÌTÀN ỌRUN ÀTI ILÉ AYÉ – HISTÓRIAS DO CÉU E TERRA
PAQUITA/ DON QUIXOTE – Ballet Redenção
IGBÁ – Coletivo Moebius
SIRENA - Al-Málgama
BARBIE FUCK FOREVER
ETNIAS - Grupo KADIMA

SUPLENTES:
IN/COMPATIVEL – Eduardo Severino CIa Dança
ACUADOS – Anima Cia Dança
SUSPIRO – Jackson Brum

8 de março de 2016

Sobre cidadania, responsabilidade e correção



O MTG – Movimento Tradicionalista Gaúcho, entidade social cível que chega ao ano de seu cinquentenário alicerçada em valores firmemente construídos em sua trajetória, sem dúvida alguma forma cidadãos e lideranças.
Como presidente desta instituição, acredito no processo de formação de indivíduos capazes de construir e assumir posições responsáveis perante a sociedade e por elas responder, e a ele dedico meu tempo, capacidade e inteligência, voluntariamente, porque este é o movimento no qual acredito e com o qual aprendi a caminhar.
Não fossem estes valores, que felizmente são muito inspiradores (para tradicionalistas ou não), jamais aceitaria esta função. E neste momento devo dizer que, considerando que os motes de trabalho desta diretoria, conselho e coordenações regionais são seriedade, honestidade e transparência, não comungo com situações nebulosas ou que gerem qualquer tipo de desconfiança. Diante de atitudes ou comportamentos ilícitos devidamente comprovados, garanto que terei a maior tranquilidade em tomar as medidas necessárias para a correção destes desvios.
Tenho muita convicção e clareza da responsabilidade que assumi como presidente desta instituição e executarei as propostas e mudanças que forem necessárias para a preservação e aperfeiçoamento de nossa entidade - o MTG. Confio e acredito nas pessoas que estão engajadas neste trabalho que estou iniciando e aos tradicionalistas peço o voto de confiança e engajamento para realizarmos o que viemos fazer, sem medo e sem receio.

Abraço a todos.


Nairo Antunes Callegaro
Presidente

Secretaria de Urbanismo vai pedir mudanças no projeto do Cais Mauá




Secretário quer diálogo entre urbanistas do município e responsáveis pelo projeto
Por: Jéssica Rebeca Weber
07/03/2016 - 21h41min


A Secretaria Municipal de Urbanismo (Smurb) deve pedir modificações no projeto de revitalização do Cais Mauá. O titular da pasta, Valter Nagelstein, quer a realização de reuniões entre os arquitetos da prefeitura e os responsáveis pelo projeto para sugerir alterações visando, principalmente, que o cais "se comunique" mais com o Centro Histórico.
Nagelstein destaca que a secretaria só teve acesso ao Estudo de Viabilidade Urbanística (EVU) há um mês, e que, embora seja contra burocracia, "não pode atropelar certas coisas".
— Eu não estou vendo (no projeto) várias questões apresentadas desde o início — diz.
Como exemplo, o secretário cita a cortina de água em que seria transformado o muro da Mauá. A extensão que receberia a novidade foi reduzida drasticamente, de acordo com proposta do consórcio acatada pela prefeitura, como foi adiantado pela Zero Hora em janeiro.
— Tudo bem se não pode ser nos quatro quilômetros, mas não pode ser só em 50 metros — diz o secretário.
A pasta também deve pedir mais aberturas no muro e alternativas de acesso à região da Rodoviária e do 4º Distrito. Nagelstein diz ainda que alternativas de locomoção dentro do espaço do cais também devem entrar na pauta, bem como a pasta vai pedir para ter acesso ao projeto 3D do shopping.
— Será um estabelecimento comercial em um dos lugares mais nobres da cidade. Queremos ver o arquitetônico, é um direito da Secretaria do Urbanismo ver isso — afirma.
O secretário diz que vai levar todas as questões apontadas à Comissão de Análise Urbanística e Gerenciamento (Cauge). Ele lembra, ainda, que o projeto precisa passar por aval de vários departamentos da pasta até as obras começarem efetivamente.

7 de março de 2016

Fumproarte recebe recursos do Fundo Setorial do Audiovisual

Foto: Divulgação/PMPA
Fundo foi contemplado na chamada pública da Agência Nacional do Cinema
Fundo foi contemplado na chamada pública da Agência Nacional do Cinema
O Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre (Fumproarte) foi contemplado, pelo segundo ano consecutivo, na chamada pública da Agência Nacional do Cinema - Ancine/Fundo Setorial do Audiovisual, com recursos no valor de R$ 600 mil reais. No total, serão investidos R$ 1 milhão de reais no Edital Plataforma 2016, sendo R$ 400 mil reais de recursos orçamentários.

Nesta edição, o edital contemplará dois projetos de produção independente de obras cinematográficas brasileiras de longa-metragem de baixo orçamento, podendo ser documentário, animação e ficção, que busquem reconhecimento artístico e estimulem a formação de novos cineastas residentes no município de Porto Alegre.

Plataforma Fumproarte 2016
- Será selecionado, obrigatoriamente, um diretor do gênero masculino e uma diretora do gênero feminino, que se apresentem como diretores estreantes. A questão de gênero foi uma demanda trazida por entidades da área e acolhida pelo Fumproarte, por reconhecer que a participação das mulheres como realizadoras no cenário-audiovisual é crescente.

Outras informações
Fumproarte
Telefone: (51) 3289-8016
Av. Independência, 453 
E-mail: patricia@smc.prefpoa.com.br
http://www2.portoalegre.rs.gov.br/fumproarte



/cultura /fumproarte
Texto de: Cleber Saydelles
Edição de: Isabel Cristina Kolling Lermen
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

4 de março de 2016

Recursos para Cultura serão melhor divididos para beneficiar projetos



Novas regras, conforme o secretário Victor Hugo, facilitam o acesso ao total de R$ 35 milhões oferecidos pelo Pró-Cultura RS - Foto: Roberta Amara

Novas regras, conforme o secretário Victor Hugo, facilitam o acesso ao total de R$ 35 milhões oferecidos pelo Pró-Cultura RS – Foto: Roberta Amaral
As novas regras definidas para a Lei de Incentivo à Cultura vão possibilitar uma distribuição compatível de recursos para atender à demanda de projetos do setor. Com as mudanças – publicadas pelo governo do Estado esta semana no Diário Oficial -, fica mais fácil o acesso ao total de R$ 35 milhões oferecidos para 2016 por meio do Sistema Estadual Unificado de Apoio e Fomento às Atividades Culturais (Pró-Cultura RS).
“As principais novidades são a criação de linhas de financiamento e a fixação de valor limite de solicitação para cada uma delas. Queremos melhor dividir o bolo do financiamento público, de maneira mais justa socialmente, evitando concentração de valores em poucos projetos”, afirma o secretário da Cultura, Victor Hugo.
Conforme a instrução normativa 01/2016, o período para apresentação de projetos para este ano será até 1º de dezembro. Os produtores culturais terão seis linhas de financiamento com valores limites para solicitação de recursos para seus projetos. São elas:
1) Projetos culturais continuados – Os que já obtiveram financiamentos através da LIC podem solicitar nova linha com limite de até 80% da média captada nas três últimas edições, ou R$ 240 mil – o que for maior para cada projeto.
2) Novos projetos - Produção de novos bens e serviços culturais, bem como atividades artístico-culturais, terão limite de R$ 80 mil a pessoa física e R$ 240 mil a pessoa jurídica, para cada projeto.
3) Parte artístico-cultural de eventos – Atividades relacionadas a datas comemorativas terão limite de R$ 140 mil a R$ 240 mil, com destinação mínima de 50% do valor solicitado para cachê de artistas, a cada projeto.
4) Grupos artísticos – Limite de até R$ 100 mil para cada projeto.
5) Patrimônio cultural – Para preservação ou restauração de bens móveis e imóveis, podem ser financiados entre R$ 1,5 milhão (para bens tombados pelo Estado) e R$ 1 milhão (para os demais bens tombados), para cada projeto.
6) Espaços culturais – Limite de até R$ 500 mil para construção, restauração, preservação, conservação ou reformas.
Classificação
As novas regras servem para classificar os projetos inscritos de acordo com cada tipo de empreendimento e aperfeiçoar a distribuição de recursos, deixando assim de agrupar todas as iniciativas culturais em uma única regra.
“Buscamos adequar as regras à grande procura pela LIC devido à quantidade de produtores com bons projetos cadastrados e muitas empresas com interesse em patrocinar. O valor total de recursos para este ano não aumentou, então queremos uma divisão compatível com a demanda constante que recebemos, garantindo assim espaço para todos”, esclarece o coordenador do Pró-Cultura RS, Rafael Bale.
Além do prazo determinado para inscrição de projetos e as linhas de financiamento, o processo passa a ter tramitação eletrônica dos documentos, o que deve tornar mais ágil a obtenção dos recursos. Ainda neste ano, os autores de projetos financiados serão convidados a desenvolver um calendário gratuito de oficinas e cursos, conforme previsto pelo Programa Estadual de Formação e Qualificação na Área Cultural.
Texto: Letícia Bonato/Secom
Edição: Cristina Lac/

3 de março de 2016

Editorial do Presidente MTG -Momento de reflexão



O atual momento social nos remete a um cenário de muitas dúvidas, seja pelo ponto de vista econômico e político, seja pelo ponto de vista ético, moral e dos valores nos quais acreditamos. Talvez estejamos vivendo um período de grande reflexão da sociedade, ou pelo menos um momento em que deveríamos estar praticando esta reflexão. Isto não significa abdicar de conceitos e valores consagrados, antes pelo contrário: significa consolidarmos experiências positivas de nossas sociedades, modelos de convivência coletiva que funcionam e preservam aspectos fundamentais de boa sociabilidade.
O ser humano é um "ser social" por natureza e o meio determina sua conduta e comportamento. Baseadas nisto surgiram nossas entidades tradicionalistas, os CTGs, a partir da década de quarenta, semeando por todas as regiões de nosso estado este modelo de preservação e transmissão cultural e social.
A sociedade, como um todo, visualizou neste "modelo" uma forma de inserirmos valores maiores, de orgulho, à nossa identidade cultural e local. Cada entidade tradicionalista, chamada de "Centro de Tradições Gaúchas", passou a ser uma bandeira levantada pela sociedade como forma de identificação com estes propósitos.
A comunidade local enxerga ou enxergava em cada CTG um local imune à deteriorização de valores sociais, funcionando como barreira para a invasão de conceitos "alienígenas" à nossa identidade local. Passado algum tempo esta visão foi sendo de alguma forma deturpada, ou corrompida, por esta mesma sociedade que, em algum momento, encontrou neste mesmo CTG um modelo de civilidade social.
O certo é que aquele CTG passou a ser um problema dentro da própria comunidade que um dia o acolheu como uma solução ou um instrumento adequado usado por esta sociedade na preservação da coletividade local. Nossas entidades hoje estão enfrentando este problema e a cada dia surge uma "interdição" de um CTG. Poderíamos questionar as razões por trás: nossa própria culpa, a falta de conhecimento desta comunidade, legislações cada vez mais rígidas que não olham para este histórico e legado social construído pelos CTGs?
Somos respeitadores, cumpridores e parceiros de nossos governantes e legisladores, mas acredito que devemos todos, a sociedade civil e o Estado, olharmos de forma diferenciada para este modelo social que representa nossos CTGs, locais de trabalho voluntário e de extrema importância social onde cada cidadão "tradicionalista" pratica e preserva sua comunidade.
A simples interdição fecha esta porta, mas abre muitas outras que levam nossos jovens a caminhos que até mesmo aqueles que mandam fechar um CTG não conseguem controlar socialmente. Nossas entidades desenvolvem com grande diversidade e maestria atividades de usos e costumes de nossa identidade. Um povo e seus governantes devem fortalecer estes conceitos, sob pena de serem absorvidos por outros modelos existentes, nem sempre desejados ou positivos.
O Movimento Tradicionalista Gaúcho – MTG continuará lutando pela manutenção de suas entidades, por acreditar que este modelo preserva e transmite valores sociais e morais que garantem nossas famílias e a boa convivência coletiva.
Nairo Callegaro
Presidente do MTG

1 de março de 2016

Secretaria de Estado da Cultura abre período de inscrições na LIC em 2016



O Diário Oficial do Estado desta terça-feira (01) publica a Instrução Normativa 01/2016 com novas regras do Pró-cultura RS/LIC para os projetos inscritos entre 01 de março e 01 de dezembro de 2016.
“Essa Instrução Normativa abre um período de transição no regramento da LIC, por isso ela terá vigência determinada: somente este ano. Outros ajustes serão implementados para 2017. A principal novidade é a criação de linhas de financiamento e a fixação de valor limite de solicitação para cada uma delas”, afirma o secretário de Estado da Cultura, Victor Hugo.
Conheça as linhas de financiamento e os limites
Linhas de financiamento
Descrição
Limites
  1. I.                   Projeto cultural continuado
Projetos continuados, de caráter eminentemente cultural e que já obtiveram ao menos três edições financiadas pelo Pró-cultura RS LIC. Até 80% da média captada via LIC nas três últimas edições, ou R$ 240 mil, o que for maior
  1. II.                Novo projeto cultural
Projetos relacionados à produção de novos bens e serviços culturais, à fruição e à circulação de atividades artístico-culturais, bem como projetos de caráter continuado que não obtiveram três edições financiadas pelo Pró-cultura RS LIC. R$ 80 mil para Pessoa Física R$ 240 mil para Pessoa Jurídica
  1. III.             Parte artístico-cultural de evento
Projetos com a realização de atividades artístico-culturais em eventos relacionados a datas comemorativas (Páscoa, Natal, Semana Farroupilha), em rodeios, e em festas, feiras e exposições agrícolas, industriais e comerciais bem como demais eventos similares, independentemente de possuírem ou não edições anteriores financiadas pela LIC. R$ 140 mil   a R$ 240 mil
Com destinação mínima de 50%  do valor solicitado para cachê de artistas
  1. IV.             Grupo artístico
Projetos voltados à manutenção, qualificação e/ou  intercâmbio de grupos artísticos. R$ 100 mil
  1. V.                Patrimônio cultural
Projetos e execução para preservação e restauração de bens móveis e imóveis integrantes do patrimônio cultural protegido na forma da lei. R$ 1,5 milhão para
bens tombados pelo Estado R$ 1 milhão para os demais bens tombados
  1. VI.             Espaço cultural
Construção, restauração, preservação, conservação e reforma de centros culturais, bibliotecas, museus, arquivos, salas de cinema e outros espaços culturais de interesse público. R$ 500 mil

A Instrução Normativa detalhada está  no site do Sistema Pró-Cultura RS: http://bit.ly/1RjZ3Kh
“Queremos melhor dividir o bolo do financiamento público, que ele tenha uma distribuição mais justa socialmente, evitando concentração de valores em poucos projetos”, enfatizou Victor Hugo.