Primeira escola a entrar na avenida, a Império do Sol prestou uma homenagem ao apresentador de TV Alexandre Motta. A entidade de São Leopoldo contou a história do homenageado desde sua infância, em São Vicente, passando pela mudança de carreira, em Cuiabá, até sua chegada em Porto Alegre. Em seguida, foi a vez da Praiana desfilar, trazendo um enredo sobre os sete pecados capitais, com destaque para o carro abre-alas, que fez um paralelo entre o pecado da ira e o paraíso bíblico. A Realeza contou a história do mel do Egito Antigo ao comércio contemporâneo de um dos alimentos mais populares do mundo.
A Unidos da Vila Mapa convidou o público a olhar as belezas da natureza, a importância da visão nas descobertas do mundo e a colocar os olhos no futuro. Quinta escola a entrar na avenida, a Acadêmicos de Niterói, de Canoas, cantou a história da pimenta, desde a busca da especiaria por navegadores europeus até as propriedades e crenças que existem sobre o produto.
Outra entidade do Vale dos Sinos, a Imperatriz Leopoldense, trouxe para o Porto Seco a cor vermelha como tema, destacando alegorias sobre o coração e a paixão como símbolos identificados com o vermelho. Para finalizar o terceiro dia, a Samba Puro prestou homenagem à Carris, contando a história do transporte público em Porto Alegre desde os bondes até hoje.
Tribos – Antes das escolas do Grupo Intermediário A, quem entrou na passarela foi a tribo Comanches, vencedora em 29 oportunidades da disputa nesta categoria, que apresentou o sonho de Paraguassu. A competição das Tribos é mais antiga, em Porto Alegre, do que a disputa entre as escolas de samba.
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