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14 de março de 2014

Assinado o contrato para a terceira etapa das obras da Sala Sinfônica da Ospa



Em solenidade realizada  na tarde dessa quinta-feira (13), a Secretaria de Estado da Cultura assinou com a empresa Cisal Construções Ltda. O contrato para a execução da terceira etapa das obras da Sala Sinfônica da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa).
A Cisal  foi a vencedora da licitação com uma proposta orçamentária de  R$ 22.336 milhões. Este custo tem o financiamento de verba provinda de convênio entre o Ministério da Cultura e o Governo do Estado.
Secretaria da Cultura e Cisal assinam contrato
Secretaria da Cultura e Cisal assinam contrato
“Este é um dos momentos fundamentais da gestão pública na área da cultura do governo Tarso Genro. Este processo teve origem em articulação do próprio governador logo após sua eleição junto à bancada Federal Gaúcha”, disse o secretário da Cultura, Assis Brasil. Ele agradeceu as secretarias de estado e entidades envolvidas no projeto “mas, meu mais forte e efusivo agradecimento vai para os músicos da orquestra pela paciência e compreensão deste projeto, uma aspiração de 60 anos da comunidade cultural gaúcha”, concluiu Assis Brasil.
O presidente da Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre ( Fospa), Dr, Ivo Nesralla, lembrou que desde 1983 aguardava o andamento da construção da Sala Sinfônica. “ As duas últimas etapas serão  ainda um trabalho muito difícil mas estamos preparados para todas as eventualidades que surgirem”, afirmou.
O representante da Cisal Construções Ltda, engenheiro Cláudio Cardoso da Silva citou o orgulho da empresa em deixar para o estado “este filho cultural que será o novo prédio”.
Secretário propôs nome para a Sala Sinfônica
Secretário propôs nome para a Sala Sinfônica
No final da cerimônia o secretário de Estado da Cultura, Assis Brasil, propôs o nome de Sala Rio Grande do Sul para a casa própria da Ospa.
Também participaram do evento a coordenadora regional do Ministério da Cultura, Margarete Moraes, o secretário de estado do Planejamento, João Mota, o secretário Adjunto de Obras, João Carlos Almeida dos Santos, o deputado federal Henrique Fontana, o presidente da Fundação Pablo Komlós, Luiz Osvaldo Leite, representantes das entidades estaduais participantes do processo, músicos e funcionários da Ospa.
A previsão de conclusão da terceira fase da construção é de dezoito meses. Nove meses após o início desta etapa, será possível começar a quarta fase das obras, que consiste nos acabamentos do prédio. A inauguração da Sala Sinfônica da Ospa deve ser realizada até março de 2016.
Sala Sinfônica da Ospa
Desde sua fundação, em 1950, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) não tem uma sede própria. A necessidade de possuir ambientes compatíveis com os projetos que desenvolve levou a Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Fospa) a buscar, ao lado da Associação de seus funcionários (Affospa), a edificação de uma Sala Sinfônica, com áreas complementares para abrigar os arquivos musicais e demais atividades de apoio aos seus projetos socioculturais. Para tanto, em 2004, foi criada a Fundação Cultural Pablo Komlós.
O projeto da Sala Sinfônica da Ospa inclui uma sala de concertos, um museu da música, salas de ensaio, escola de música e sede administrativa.
Em 2008, a prefeitura de Porto Alegre cedeu o terreno para a construção, na Avenida Loureiro da Silva, nº 165, no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho.
As obras começaram em 2012. As fundações do prédio, que consistiram nas duas primeiras etapas da construção (estaqueamento e construção de blocos de concreto para apoio dos pilares), foram financiadas por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio de Banrisul, Souza Cruz, Vonpar, Lojas Renner, SulGás, Randon, Celulose Irani e Habitasul, e apoio de STIHL, BarraShopping, Marcopolo, Pactum e CIEE, através da Fundação Cultural Pablo Komlós.
Em julho de 2012, foi dado um passo importante para a viabilização deste projeto. Em decorrência de uma proposta de emenda ao orçamento da União feita pela bancada federal gaúcha, o Ministério da Cultura e o Governo do Estado firmaram convênio que definiu a liberação de cerca de R$ 19 milhões pelo ministério e a contrapartida do estado no valor aproximado de R$ 5 milhões. Este convênio custeará a execução da supraestrutura do prédio.